Região

05 jun | 9h29 Por Rádio Aliança

Cbrasa não voltará a recolher carcaças após férias coletivas dos funcionários

Informação foi confirmada na manhã desta quarta-feira

Cbrasa não voltará a recolher carcaças após férias coletivas dos funcionários
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A Cbrasa, empresa responsável pela coleta de carcaças de animais mortos em propriedades rurais na região da AMAUC, não vai retomar o serviço neste mês. A informação é do gerente da unidade da empresa de Seara, Leonardo Biazus, que encaminhou uma nota ao Jornalismo da Aliança nesta quarta-feira, dia 05.

 

A Cbrasa parou as atividades e deu férias aos colaboradores no dia 06 de maio. A paralisação, segundo a empresa, foi necessária em função da morosidade para a normatização junto ao Ministério de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), para que a empresa pudesse comercializar (exportar) o produto gerado. A expectativa dos prefeitos da região, e da própria empresa, era a de que o trabalho fosse restabelecido neste mês, porém, segundo Biazus, não há essa possibilidade e o serviço permanece parado por tempo indeterminado.

 

Veja a nota da Cbrasa:

Comunico que a Cbrasa não irá retomar as atividades após o término das férias coletivas. Devido a inviabilidade econômica da operação, pela falta da regulamentação e impossibilidade da comercialização da farinha com valores adequados, a participação da empresa nesse projeto piloto inovador no Brasil está suspensa por tempo indeterminado”.

 

Saiba mais:

As Prefeituras da Amauc repassam um valor mensal através de um convênio, para que o recolhimento de carcaças seja feito. Durante o mês de maio, autoridades da região tentaram auxiliar e agilizar o processo no Ministério de Agricultura, para que a licença para a exportação fosse liberada, mas até o momento não houve sucesso.  

 

O serviço estava sendo desenvolvido pela empresa desde o ano de 2017, e somente no ano de 2018 foram recolhidas oito mil toneladas de animais mortos na região da AMAUC, totalizando 76 mil cabeças (bovinos e suínos). Os prefeitos da região defendem o projeto uma vez que este, apresenta uma solução que visa dar o destino correto aos animais mortos, dentro da legalidade, com total preocupação quanto a sanidade animal e meio ambiente.

 

05 jun | 9h29 Por Rádio Aliança

Cbrasa não voltará a recolher carcaças após férias coletivas dos funcionários

Informação foi confirmada na manhã desta quarta-feira

Cbrasa não voltará a recolher carcaças após férias coletivas dos funcionários

A Cbrasa, empresa responsável pela coleta de carcaças de animais mortos em propriedades rurais na região da AMAUC, não vai retomar o serviço neste mês. A informação é do gerente da unidade da empresa de Seara, Leonardo Biazus, que encaminhou uma nota ao Jornalismo da Aliança nesta quarta-feira, dia 05.

 

A Cbrasa parou as atividades e deu férias aos colaboradores no dia 06 de maio. A paralisação, segundo a empresa, foi necessária em função da morosidade para a normatização junto ao Ministério de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), para que a empresa pudesse comercializar (exportar) o produto gerado. A expectativa dos prefeitos da região, e da própria empresa, era a de que o trabalho fosse restabelecido neste mês, porém, segundo Biazus, não há essa possibilidade e o serviço permanece parado por tempo indeterminado.

 

Veja a nota da Cbrasa:

Comunico que a Cbrasa não irá retomar as atividades após o término das férias coletivas. Devido a inviabilidade econômica da operação, pela falta da regulamentação e impossibilidade da comercialização da farinha com valores adequados, a participação da empresa nesse projeto piloto inovador no Brasil está suspensa por tempo indeterminado”.

 

Saiba mais:

As Prefeituras da Amauc repassam um valor mensal através de um convênio, para que o recolhimento de carcaças seja feito. Durante o mês de maio, autoridades da região tentaram auxiliar e agilizar o processo no Ministério de Agricultura, para que a licença para a exportação fosse liberada, mas até o momento não houve sucesso.  

 

O serviço estava sendo desenvolvido pela empresa desde o ano de 2017, e somente no ano de 2018 foram recolhidas oito mil toneladas de animais mortos na região da AMAUC, totalizando 76 mil cabeças (bovinos e suínos). Os prefeitos da região defendem o projeto uma vez que este, apresenta uma solução que visa dar o destino correto aos animais mortos, dentro da legalidade, com total preocupação quanto a sanidade animal e meio ambiente.