Momento Agro

27 nov 19 | 15h48 Por Jocimar Soares

Santa Catarina regulamenta produção de queijo artesanal de leite cru

Decisão vai beneficiar os pequenos produtores rurais.

Santa Catarina regulamenta produção de queijo artesanal de leite cru
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A produção de queijo artesanal de leite cru está regulamentada em Santa Catarina. Para trazer mais segurança alimentar para a população e regulamentar a produção, o Governo do Estado traz as normas que devem ser seguidas pelos produtores catarinenses. O Decreto nº 362 foi publicado no Diário Oficial da última sexta-feira (22).


A legislação trata como queijo artesanal aquele elaborado com leite cru recém-ordenhado na própria fazenda, beneficiado por meio de métodos tradicionais, que mantenham as características histórico-culturais e regionais, vinculados ao território de origem, com uso de mão de obra predominantemente familiar, produzido conforme tipo e variedade definidos em Regulamento Técnico de Identidade e Qualidade (RTIQ).


Além do leite cru, podem ser matéria prima para produção do queijo artesanal: condimentos naturais, corantes naturais, coalhos/coagulantes, sal (cloreto de sódio ou outro que exerça a mesma função), fermentos e outras substâncias de origem natural, sendo permitida a utilização de aditivos descritos nas receitas originais.


Saúde Animal


A produção de queijo artesanal com leite cru é restrita à propriedade rural certificada como livre de brucelose e tuberculose, de acordo com o disposto no Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e da Tuberculose Animal (PNCEBT).


Identidade e Requisitos Mínimos


Cada tipo de queijo artesanal terá um Regulamento Técnico de Identidade e Qualidade (RTIQ), ou seja, os padrões de identidade e os requisitos mínimos de qualidade para cada tipo de queijo artesanal. Os queijos serão classificados de acordo com a matéria gorda, teor de umidade e maturação.


O queijo artesanal tradicionalmente elaborado com leite cru deve ser maturado por período mínimo de 60 dias, sob temperatura superior a 5° C. Períodos de maturação inferior a 60 dias poderão ser permitidos desde que previstos em RTIQ e após a realização de estudos científicos, conclusivos sobre a inocuidade do produto.


Exigências


O Decreto traz ainda especificações sobre queijarias, transporte, qualidade de água e embalagem.


(Fonte: Ana Ceron/Ascom/Secretaria de Estado da Agricultura)

27 nov 19 | 15h48 Por Jocimar Soares

Santa Catarina regulamenta produção de queijo artesanal de leite cru

Decisão vai beneficiar os pequenos produtores rurais.

Santa Catarina regulamenta produção de queijo artesanal de leite cru

A produção de queijo artesanal de leite cru está regulamentada em Santa Catarina. Para trazer mais segurança alimentar para a população e regulamentar a produção, o Governo do Estado traz as normas que devem ser seguidas pelos produtores catarinenses. O Decreto nº 362 foi publicado no Diário Oficial da última sexta-feira (22).


A legislação trata como queijo artesanal aquele elaborado com leite cru recém-ordenhado na própria fazenda, beneficiado por meio de métodos tradicionais, que mantenham as características histórico-culturais e regionais, vinculados ao território de origem, com uso de mão de obra predominantemente familiar, produzido conforme tipo e variedade definidos em Regulamento Técnico de Identidade e Qualidade (RTIQ).


Além do leite cru, podem ser matéria prima para produção do queijo artesanal: condimentos naturais, corantes naturais, coalhos/coagulantes, sal (cloreto de sódio ou outro que exerça a mesma função), fermentos e outras substâncias de origem natural, sendo permitida a utilização de aditivos descritos nas receitas originais.


Saúde Animal


A produção de queijo artesanal com leite cru é restrita à propriedade rural certificada como livre de brucelose e tuberculose, de acordo com o disposto no Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e da Tuberculose Animal (PNCEBT).


Identidade e Requisitos Mínimos


Cada tipo de queijo artesanal terá um Regulamento Técnico de Identidade e Qualidade (RTIQ), ou seja, os padrões de identidade e os requisitos mínimos de qualidade para cada tipo de queijo artesanal. Os queijos serão classificados de acordo com a matéria gorda, teor de umidade e maturação.


O queijo artesanal tradicionalmente elaborado com leite cru deve ser maturado por período mínimo de 60 dias, sob temperatura superior a 5° C. Períodos de maturação inferior a 60 dias poderão ser permitidos desde que previstos em RTIQ e após a realização de estudos científicos, conclusivos sobre a inocuidade do produto.


Exigências


O Decreto traz ainda especificações sobre queijarias, transporte, qualidade de água e embalagem.


(Fonte: Ana Ceron/Ascom/Secretaria de Estado da Agricultura)