Geral

16 out 19 | 10h07 Por Jocimar Soares

Metalúrgicos vão pedir 5% de aumento real em Concórdia

Assembleia da categoria foi realizada nos últimos dias.

Metalúrgicos vão pedir 5% de aumento real em Concórdia
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O Sindicato dos Metalúrgicos de Concórdia e região deu início às tratativas para o reajuste salarial da categoria. A data-base é o mês de janeiro. Em Assembleia, realizada na última semana em Concórdia, a categoria deliberou em pedir o INPC do período mais 5% de aumento real.


O presidente do sindicato dos metalúrgicos, Bruno Marques, em entrevista a Rádio Aliança, destaca que outros pontos também vão compor o rol de reivindicações da categoria. Dentre eles, o reconhecimento do dia 31 de trabalho. Na visão da entidade laboral, a remuneração é equivalente ao período de 30 dias e o trabalhador não estaria recebendo o equivalente em meses com 31 dias no calendário.


Também compõe o documento o pagamento do vale-alimentação em convenção coletiva, quinquênio e o retorno das recisões de contrato passarem pelo sindicato, o que não é mais obrigatório após a Reforma Trbalhista.

16 out 19 | 10h07 Por Jocimar Soares

Metalúrgicos vão pedir 5% de aumento real em Concórdia

Assembleia da categoria foi realizada nos últimos dias.

Metalúrgicos vão pedir 5% de aumento real em Concórdia

O Sindicato dos Metalúrgicos de Concórdia e região deu início às tratativas para o reajuste salarial da categoria. A data-base é o mês de janeiro. Em Assembleia, realizada na última semana em Concórdia, a categoria deliberou em pedir o INPC do período mais 5% de aumento real.


O presidente do sindicato dos metalúrgicos, Bruno Marques, em entrevista a Rádio Aliança, destaca que outros pontos também vão compor o rol de reivindicações da categoria. Dentre eles, o reconhecimento do dia 31 de trabalho. Na visão da entidade laboral, a remuneração é equivalente ao período de 30 dias e o trabalhador não estaria recebendo o equivalente em meses com 31 dias no calendário.


Também compõe o documento o pagamento do vale-alimentação em convenção coletiva, quinquênio e o retorno das recisões de contrato passarem pelo sindicato, o que não é mais obrigatório após a Reforma Trbalhista.