Esportes

19 jul 19 | 6h00 Por Jocimar Soares

O Super Globe se aproxima

Equipe da AAU trabalha duro dentro e fora de quadra para viagem à China.

O Super Globe se aproxima
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Faltando poucos dias para a viagem rumo à cidade de Wuxi (China), onde representará o Brasil no primeiro Super Globe de Handebol Feminino de Clubes, competição organizada pela Federação Internacional de Handebol (IHF), a equipe concordiense da AAU UnC Concórdia além de lidar com a expectativa e a ansiedade, também tem trabalha duro dentro e fora da quadra.


Do lado de dentro das linhas, a preparação das atletas nas questões físicas, técnicas e táticas são realizadas dentro do cronograma previsto pela comissão técnica.


Já do lado de fora, a correria tem sido maior do que a prevista, principalmente na questão dos documentos para a viagem e em como cobrir os custos da mesma.


Segundo o técnico Alexandre Schneider, o repasse para a compra das passagens e questões relacionadas ao visto tem preocupado bastante.


 “ Hoje, efetivamente conseguimos a compra das passagens, mas, perdemos recursos pois a IHF fez o orçamento a vinte dias, e hoje o valor já é totalmente diferente. E vamos ter um custo maior do que esperávamos pois, além do visto de entrada, também teremos que arcar com o custo do transporte daqui a São Paulo, onde iremos embarcar. Amanhã teremos um representante indo novamente a São Paulo para ver sobre a questão do visto mas, as coisas estão se encaminhando e em esperamos que em três ou quatro dias, possamos estar com toda a documentação liberada para a viagem”.


O técnico a AAU acredita que no aspecto técnico/tático o trabalho foi bem feito e, mesmo não conhecendo muito dos adversários, ele espera fazer uma grande competição, mesmo com todas as dificuldades que o time irá enfrentar com viagem, fuso horário e o pouco tempo para adaptação.


 “ Apesar de todas essas dificuldades, as meninas estão muito contentes em participar do Super Globe e nossa perspectiva é trazer o melhor resultado possível” – salienta Schneider.


Sobre a adaptação ao fuso horário chinês, o técnico não descartou a possibilidade de alguns dias antes da viagem, realizar os treinamentos na madrugada.


O Super Globe será disputado de 01 a 04 de agosto e segundo a IHF, as equipes que participantes são:

As anfitriãs – Chinese National Club e Equipe de Jiangsu; Agosto Luanda (Angola/África); Kaysar Club (Kazaquistão); Víboras Kristiansand (Noruega); Universidade de Queensland (Austrália) e uma equipe norte americana.


Despedida


A conquista do Pentacampeonato dos Jogos Universitários Catarinenses foi a última competição oficial em terras brasileiras da armadora, Tauani Schneider, que logo após a disputa do Super Globe, embarca com destino a França, onde começará uma nova etapa dentro do handebol, defendendo as cores do AS Cannes Mandelieu.


Para Alexandre Schneider esse é um momento em que se vive um misto de emoções.


“ São dois sentimentos: Primeiro como pai, feliz pela Tauani, pois sei que era um objetivo, uma meta dela, desde que começou a treinar. Ela já havia recebido uma proposta para jogar na Romênia, mas acabou não se concretizando. Agora havia a opção de ela ir para a Polônia ou França; acabou optando pela equipe francesa, justamente para poder jogar o Super Globe com a gente. 

Mas já percebi lá no JUCS, na reunião antes da final, a tristeza dela. 

Foram muitos anos dedicados à equipe da AAU, as conquistas que ela teve, e claro que ela (e eu), sentirei muito essa saída”.


No aspecto técnico, Schneider diz que com a saída de Tauani terá que se adaptar o time a uma nova formatação para jogar. 

Segundo ele a armadora fará uma falta muito grande pois a equipe tem hoje uma base defensiva muito forte, justamente pelo trabalho que ela desenvolve. E no ataque também, por ser uma das jogadoras que coordenam algumas das ações da equipe. 


Mesmo assim ele encara esse momento como natural:


“ Sabemos que nosso projeto têm um limitador e não podemos negar a importância dessas meninas irem jogar na Europa, com um handebol mais evoluído, com mais valorização, e isso nos deixa contentes, pois sabemos que fizemos nosso papel (...) Tenho certeza que ano que vem perderemos outras atletas pois sabemos da intenção delas.


Mas continuaremos trabalhando e buscando outras atletas para superar a saída dessas meninas e tentarmos manter os resultados conquistados nos últimos anos”.


(Fonte: Marcos Terras/Ascom/AAU)

19 jul 19 | 6h00 Por Jocimar Soares

O Super Globe se aproxima

Equipe da AAU trabalha duro dentro e fora de quadra para viagem à China.

O Super Globe se aproxima

Faltando poucos dias para a viagem rumo à cidade de Wuxi (China), onde representará o Brasil no primeiro Super Globe de Handebol Feminino de Clubes, competição organizada pela Federação Internacional de Handebol (IHF), a equipe concordiense da AAU UnC Concórdia além de lidar com a expectativa e a ansiedade, também tem trabalha duro dentro e fora da quadra.


Do lado de dentro das linhas, a preparação das atletas nas questões físicas, técnicas e táticas são realizadas dentro do cronograma previsto pela comissão técnica.


Já do lado de fora, a correria tem sido maior do que a prevista, principalmente na questão dos documentos para a viagem e em como cobrir os custos da mesma.


Segundo o técnico Alexandre Schneider, o repasse para a compra das passagens e questões relacionadas ao visto tem preocupado bastante.


 “ Hoje, efetivamente conseguimos a compra das passagens, mas, perdemos recursos pois a IHF fez o orçamento a vinte dias, e hoje o valor já é totalmente diferente. E vamos ter um custo maior do que esperávamos pois, além do visto de entrada, também teremos que arcar com o custo do transporte daqui a São Paulo, onde iremos embarcar. Amanhã teremos um representante indo novamente a São Paulo para ver sobre a questão do visto mas, as coisas estão se encaminhando e em esperamos que em três ou quatro dias, possamos estar com toda a documentação liberada para a viagem”.


O técnico a AAU acredita que no aspecto técnico/tático o trabalho foi bem feito e, mesmo não conhecendo muito dos adversários, ele espera fazer uma grande competição, mesmo com todas as dificuldades que o time irá enfrentar com viagem, fuso horário e o pouco tempo para adaptação.


 “ Apesar de todas essas dificuldades, as meninas estão muito contentes em participar do Super Globe e nossa perspectiva é trazer o melhor resultado possível” – salienta Schneider.


Sobre a adaptação ao fuso horário chinês, o técnico não descartou a possibilidade de alguns dias antes da viagem, realizar os treinamentos na madrugada.


O Super Globe será disputado de 01 a 04 de agosto e segundo a IHF, as equipes que participantes são:

As anfitriãs – Chinese National Club e Equipe de Jiangsu; Agosto Luanda (Angola/África); Kaysar Club (Kazaquistão); Víboras Kristiansand (Noruega); Universidade de Queensland (Austrália) e uma equipe norte americana.


Despedida


A conquista do Pentacampeonato dos Jogos Universitários Catarinenses foi a última competição oficial em terras brasileiras da armadora, Tauani Schneider, que logo após a disputa do Super Globe, embarca com destino a França, onde começará uma nova etapa dentro do handebol, defendendo as cores do AS Cannes Mandelieu.


Para Alexandre Schneider esse é um momento em que se vive um misto de emoções.


“ São dois sentimentos: Primeiro como pai, feliz pela Tauani, pois sei que era um objetivo, uma meta dela, desde que começou a treinar. Ela já havia recebido uma proposta para jogar na Romênia, mas acabou não se concretizando. Agora havia a opção de ela ir para a Polônia ou França; acabou optando pela equipe francesa, justamente para poder jogar o Super Globe com a gente. 

Mas já percebi lá no JUCS, na reunião antes da final, a tristeza dela. 

Foram muitos anos dedicados à equipe da AAU, as conquistas que ela teve, e claro que ela (e eu), sentirei muito essa saída”.


No aspecto técnico, Schneider diz que com a saída de Tauani terá que se adaptar o time a uma nova formatação para jogar. 

Segundo ele a armadora fará uma falta muito grande pois a equipe tem hoje uma base defensiva muito forte, justamente pelo trabalho que ela desenvolve. E no ataque também, por ser uma das jogadoras que coordenam algumas das ações da equipe. 


Mesmo assim ele encara esse momento como natural:


“ Sabemos que nosso projeto têm um limitador e não podemos negar a importância dessas meninas irem jogar na Europa, com um handebol mais evoluído, com mais valorização, e isso nos deixa contentes, pois sabemos que fizemos nosso papel (...) Tenho certeza que ano que vem perderemos outras atletas pois sabemos da intenção delas.


Mas continuaremos trabalhando e buscando outras atletas para superar a saída dessas meninas e tentarmos manter os resultados conquistados nos últimos anos”.


(Fonte: Marcos Terras/Ascom/AAU)