Região

28 ago 19 | 16h31 Por Analu Slongo

Você sabe qual é a diferença entre estimativa populacional e censo demográfico?

Cálculos matemáticos indicam que Irani foi o município da região que mais cresceu em termos percentuais

Você sabe qual é a diferença entre estimativa populacional e censo demográfico?
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O IBGE divulgou nesta quarta-feira, 29 de agosto, a estimativa populacional de 2019, que não segue a mesma metodologia de um censo. Segundo o coordenador de Área do IBGE Concórdia, Roberto Thums, os números divulgados hoje são uma projeção matemática feita todos os anos. Já o censo é uma pesquisa de campo, em que os recenseadores visitam todas as residências.


A estimativa populacional é realizada pelos estatísticos do IBGE. O cálculo é baseado em modelagens matemáticas que levam em conta a variação populacional entre um censo e outro (2000 / 2010), a taxa de crescimento do Estado e os registros civis de nascimentos e mortes. “Se o município teve uma taxa de crescimento negativa em um ano, a tendência é que isso se repita nos anos seguintes”, afirma Thums.


Os dados das estimativas populacionais influenciam no repasse de dinheiro público aos governos. Eles são usados para definir a divisão do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e outros indicadores sociais e econômicos.


No Alto Uruguai Catarinense (ver tabela abaixo), Piratuba foi o município que mais teve redução de habitantes em termos percentuais, com queda de 2,9%. No ano passado eram 3.965 moradores e agora são 3.854. Os cálculos matemáticos apontam o maior índice de crescimento em Irani, com 0,77%. Em 2018 o município tinha 10.339 habitantes e em 2019 a projeção é de 10.419.


Censo em 2020


O censo demográfico é realizado a cada 10 anos. A próxima pesquisa vai iniciar em agosto de 2020 e finalizar em outubro. Os dados estarão disponíveis a partir de novembro. Thums comenta que nesta semana começaram as reuniões com as prefeituras da região e entidades para apresentar o projeto. “Há uma demanda urgente por este censo para trazermos à população dados mais reais e também atualizar as taxas e os índices que são aplicados nas estimativas anuais”, explica. 

28 ago 19 | 16h31 Por Analu Slongo

Você sabe qual é a diferença entre estimativa populacional e censo demográfico?

Cálculos matemáticos indicam que Irani foi o município da região que mais cresceu em termos percentuais

Você sabe qual é a diferença entre estimativa populacional e censo demográfico?

O IBGE divulgou nesta quarta-feira, 29 de agosto, a estimativa populacional de 2019, que não segue a mesma metodologia de um censo. Segundo o coordenador de Área do IBGE Concórdia, Roberto Thums, os números divulgados hoje são uma projeção matemática feita todos os anos. Já o censo é uma pesquisa de campo, em que os recenseadores visitam todas as residências.


A estimativa populacional é realizada pelos estatísticos do IBGE. O cálculo é baseado em modelagens matemáticas que levam em conta a variação populacional entre um censo e outro (2000 / 2010), a taxa de crescimento do Estado e os registros civis de nascimentos e mortes. “Se o município teve uma taxa de crescimento negativa em um ano, a tendência é que isso se repita nos anos seguintes”, afirma Thums.


Os dados das estimativas populacionais influenciam no repasse de dinheiro público aos governos. Eles são usados para definir a divisão do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e outros indicadores sociais e econômicos.


No Alto Uruguai Catarinense (ver tabela abaixo), Piratuba foi o município que mais teve redução de habitantes em termos percentuais, com queda de 2,9%. No ano passado eram 3.965 moradores e agora são 3.854. Os cálculos matemáticos apontam o maior índice de crescimento em Irani, com 0,77%. Em 2018 o município tinha 10.339 habitantes e em 2019 a projeção é de 10.419.


Censo em 2020


O censo demográfico é realizado a cada 10 anos. A próxima pesquisa vai iniciar em agosto de 2020 e finalizar em outubro. Os dados estarão disponíveis a partir de novembro. Thums comenta que nesta semana começaram as reuniões com as prefeituras da região e entidades para apresentar o projeto. “Há uma demanda urgente por este censo para trazermos à população dados mais reais e também atualizar as taxas e os índices que são aplicados nas estimativas anuais”, explica.