Região

12 ago 19 | 14h02 Por Cristiano Mortari

Perícia confirma que cobertura do Centro de Convivência de Irani caiu por falha na execução da obra

A empresa responsável terá 15 dias para recolher entulhos e a Prefeitura quer a reconstrução

Perícia confirma que cobertura do Centro de Convivência de Irani caiu por falha na execução da obra
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Uma perícia judicial, divulgada nos últimos dias, concluiu que o problema da cobertura do Centro de Convivência de Irani, que foi totalmente derrubada com um vento em janeiro, foi falha na execução da obra. A Prefeitura aguardava este laudo para tomar providências. O município já ingressou na Justiça dando prazo de 15 dias para limpeza dos entulhos e também está solicitando a reconstrução do telhado e reparação de todos os danos na obra, que fica na área central da cidade.


De acordo com o advogado do município, Raul Matos, o laudo da perícia judicial reforça o resultado que a Prefeitura já tinha. “O município já havia solicitado uma perícia e o resultado, que saiu há cerca de dois meses, já mostrava que o problema não era a força do vento, mas sim, a deficiência na construção. Agora, com o laudo da perícia judicial, fica evidente que a responsabilidade é da empresa que executou a obra, pois foi detectado deficiência na ancoragem desta cobertura”, explica. “No dia do fato o vento que atingiu a estrutura era de 72 Km/h, segundo a Ciram, e a construção deveria suportar no mínimo km/h”, detalha Matos.


Ele também relatou ao Jornalismo da Aliança que os entulhos não foram removidos antes, pois o material serve como prova e precisava estar no local para a perícia. “Não era possível retirar os entulhos de lá, era material que a perícia precisava averiguar, aquilo era parte da prova de que havia falha no serviço. Agora a empresa tem 15 dias para a limpeza e o mesmo prazo para a apresentação do novo projeto de construção”, conta Matos. “Já solicitamos à Justiça, que caso os prazos não sejam cumpridos, multas diárias sejam aplicadas”, destaca.


A Prefeitura também busca na Justiça que a empresa seja obrigada a reconstruir o empreendimento. Além da cobertura que caiu, o Município quer toda a estrutura funcionando. “Não basta reconstruir a cobertura, a empresa deverá fazer toda a restauração no que foi danificado depois do ocorrido. É preciso recolocar portas, janelas, vidros quebrados, além de refazer os sistemas elétrico e hidráulico, projeto de prevenção de incêndio, entre outras providências”, relata o advogado. “O município está buscando de todas as formas resolver esta situação, e da forma mais rápida possível, mas é preciso entender que há vários passos e a Justiça também tem várias demandas”, finaliza Matos.


12 ago 19 | 14h02 Por Cristiano Mortari

Perícia confirma que cobertura do Centro de Convivência de Irani caiu por falha na execução da obra

A empresa responsável terá 15 dias para recolher entulhos e a Prefeitura quer a reconstrução

Perícia confirma que cobertura do Centro de Convivência de Irani caiu por falha na execução da obra

Uma perícia judicial, divulgada nos últimos dias, concluiu que o problema da cobertura do Centro de Convivência de Irani, que foi totalmente derrubada com um vento em janeiro, foi falha na execução da obra. A Prefeitura aguardava este laudo para tomar providências. O município já ingressou na Justiça dando prazo de 15 dias para limpeza dos entulhos e também está solicitando a reconstrução do telhado e reparação de todos os danos na obra, que fica na área central da cidade.


De acordo com o advogado do município, Raul Matos, o laudo da perícia judicial reforça o resultado que a Prefeitura já tinha. “O município já havia solicitado uma perícia e o resultado, que saiu há cerca de dois meses, já mostrava que o problema não era a força do vento, mas sim, a deficiência na construção. Agora, com o laudo da perícia judicial, fica evidente que a responsabilidade é da empresa que executou a obra, pois foi detectado deficiência na ancoragem desta cobertura”, explica. “No dia do fato o vento que atingiu a estrutura era de 72 Km/h, segundo a Ciram, e a construção deveria suportar no mínimo km/h”, detalha Matos.


Ele também relatou ao Jornalismo da Aliança que os entulhos não foram removidos antes, pois o material serve como prova e precisava estar no local para a perícia. “Não era possível retirar os entulhos de lá, era material que a perícia precisava averiguar, aquilo era parte da prova de que havia falha no serviço. Agora a empresa tem 15 dias para a limpeza e o mesmo prazo para a apresentação do novo projeto de construção”, conta Matos. “Já solicitamos à Justiça, que caso os prazos não sejam cumpridos, multas diárias sejam aplicadas”, destaca.


A Prefeitura também busca na Justiça que a empresa seja obrigada a reconstruir o empreendimento. Além da cobertura que caiu, o Município quer toda a estrutura funcionando. “Não basta reconstruir a cobertura, a empresa deverá fazer toda a restauração no que foi danificado depois do ocorrido. É preciso recolocar portas, janelas, vidros quebrados, além de refazer os sistemas elétrico e hidráulico, projeto de prevenção de incêndio, entre outras providências”, relata o advogado. “O município está buscando de todas as formas resolver esta situação, e da forma mais rápida possível, mas é preciso entender que há vários passos e a Justiça também tem várias demandas”, finaliza Matos.