Região

12 set 19 | 17h38 Por Jocimar Soares

OAB realiza Desagravo Público sobre o que considera desrespeito de promotor contra advogado

Ato foi realizado em Seara nesta semana.

OAB realiza Desagravo Público sobre o que considera desrespeito de promotor contra advogado
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No final da tarde desta quarta-feira (11), a OAB realizou um Desagravo Público em Seara, município que faz parte da Subseção de Concórdia. Comandado pelo presidente da Seccional, Rafael Horn, o ato ocorreu em favor do advogado Wilson de Souza, que foi desrespeitado por um promotor de Justiça e contou com a presença da presidente da OAB-Concórdia, Mirian Gerhardt Dallegrave, a relatora do caso e secretária-geral da Caixa de Assistência dos Advogados de Santa Catarina (CAASC), Luciana Frazen, o conselheiro estadual Raphael Bigaton e 30 advogados e advogadas da região.


Conforme relato do profissional, o promotor foi desrespeitoso em dois momentos. A primeira vez ocorreu em uma audiência na Comarca, na frente do cliente, e a segunda vez aconteceu durante uma entrevista concedida a uma rádio do município, onde ele ofendeu o profissionalismo e a honra do advogado.


Para o presidente da OAB/SC, a Ordem é vigilante e não mede esforços para garantir respeito às prerrogativas da classe.


“Momentos como este servem como uma reflexão para a nossa profissão sobre a necessidade de aprimorar casa vez mais as ferramentas em defesa não apenas da advocacia, mas, principalmente, da cidadania. O advogado quando está atuando em prol do seu constituinte, de forma alguma pode ser desrespeitado e a Ordem está atenda à violação das prerrogativas do nosso colega Wilson de Souza e de toda advocacia catarinense” disse.


O advogado Wilson Souza salientou a importância do ato não só para ele, mas para toda a advocacia. “Muitos excessos foram cometidos e os meus colegas têm conhecimento disso e, diante desse ato, fico agradecido à OAB/SC por estar aqui. Quero deixar registrada a gratidão pela profissão que exercemos e, acima de tudo, pelo dever que passamos a ter quando pegamos o nosso canudo. A nossa luta é grande”, concluiu.


(Assessoria OAB-SC)


12 set 19 | 17h38 Por Jocimar Soares

OAB realiza Desagravo Público sobre o que considera desrespeito de promotor contra advogado

Ato foi realizado em Seara nesta semana.

OAB realiza Desagravo Público sobre o que considera desrespeito de promotor contra advogado

No final da tarde desta quarta-feira (11), a OAB realizou um Desagravo Público em Seara, município que faz parte da Subseção de Concórdia. Comandado pelo presidente da Seccional, Rafael Horn, o ato ocorreu em favor do advogado Wilson de Souza, que foi desrespeitado por um promotor de Justiça e contou com a presença da presidente da OAB-Concórdia, Mirian Gerhardt Dallegrave, a relatora do caso e secretária-geral da Caixa de Assistência dos Advogados de Santa Catarina (CAASC), Luciana Frazen, o conselheiro estadual Raphael Bigaton e 30 advogados e advogadas da região.


Conforme relato do profissional, o promotor foi desrespeitoso em dois momentos. A primeira vez ocorreu em uma audiência na Comarca, na frente do cliente, e a segunda vez aconteceu durante uma entrevista concedida a uma rádio do município, onde ele ofendeu o profissionalismo e a honra do advogado.


Para o presidente da OAB/SC, a Ordem é vigilante e não mede esforços para garantir respeito às prerrogativas da classe.


“Momentos como este servem como uma reflexão para a nossa profissão sobre a necessidade de aprimorar casa vez mais as ferramentas em defesa não apenas da advocacia, mas, principalmente, da cidadania. O advogado quando está atuando em prol do seu constituinte, de forma alguma pode ser desrespeitado e a Ordem está atenda à violação das prerrogativas do nosso colega Wilson de Souza e de toda advocacia catarinense” disse.


O advogado Wilson Souza salientou a importância do ato não só para ele, mas para toda a advocacia. “Muitos excessos foram cometidos e os meus colegas têm conhecimento disso e, diante desse ato, fico agradecido à OAB/SC por estar aqui. Quero deixar registrada a gratidão pela profissão que exercemos e, acima de tudo, pelo dever que passamos a ter quando pegamos o nosso canudo. A nossa luta é grande”, concluiu.


(Assessoria OAB-SC)