Região

19 out 19 | 0h05 Por Jocimar Soares

MPSC requer interdição de ginásio e escola estadual em Seara

Condições estruturais podem colocar em risco crianças, adolescentes e outros usuários dos espaços públicos.

MPSC requer interdição de ginásio e escola estadual em Seara
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O Ministério Público de Santa Catarina ingressou com ação civil pública para a adequação estrutural de cinco escolas públicas estaduais em Seara. Na ação, a Promotor de Justiça Guilherme Back Locks requer também a interdição imediata de uma das escolas e do ginásio de esportes de outra, em função da precariedade de instalações que podem colocar em risco seus usuários.


As deficiências nas condições sanitárias, de segurança e de acessibilidade nas cinco Escolas de Educação Básica (EEB) estaduais em atividade no Município de Seara - EEB Batista Paludo; EEB Elisabeth Matilde Simon; EEB Seara; EEB Raimundo Corrêa; e EEB Rosina Nardi - foram apuradas em inquérito civil.


De acordo com o Promotor de Justiça, foi constatado que os estabelecimentos de ensino estaduais não contam com a estrutura física adequada, violando diretamente o direito das crianças e adolescentes a um ambiente de ensino saudável e seguro.


Para os dois casos mais graves, o Promotor de Justiça requereu a interdição imediata: o ginásio de esportes da EEB Raimundo Corrêa, e a EEB Rosina Nardi.


Em relação ao ginásio, cuja estrutura está cedendo e causando desnivelamento entre a parede e o chão, o Ministério Público requer que a interdição seja determinada até que a edificação seja reformada ou seja apresentado laudo técnico por profissional habilitado atestando a inexistência de risco.


Já no caso da EEB Rosina Nardi - que tem fiação elétrica junto de pilares de metal sujeita a ação da chuva, que torna necessário o desligamento da energia em toda a escola em dias com mau tempo - além da reforma ou apresentação de laudo atestando a segurança, requer a transferência dos alunos para outra escola enquanto durar o impedimento de uso do espaço.


Para as outras escolas, nas quais não foram identificados riscos imediatos apesar das deficiências estruturais, foi requerido que sejam reformadas em até 12 meses. O Juízo da vara Única da Comarca de Seara postergou a análise dos pedidos liminares para depois da manifestação do Estado, que tem o prazo de 30 dias.


(Fonte: Ministério Público de Santa Catarina)

19 out 19 | 0h05 Por Jocimar Soares

MPSC requer interdição de ginásio e escola estadual em Seara

Condições estruturais podem colocar em risco crianças, adolescentes e outros usuários dos espaços públicos.

MPSC requer interdição de ginásio e escola estadual em Seara

O Ministério Público de Santa Catarina ingressou com ação civil pública para a adequação estrutural de cinco escolas públicas estaduais em Seara. Na ação, a Promotor de Justiça Guilherme Back Locks requer também a interdição imediata de uma das escolas e do ginásio de esportes de outra, em função da precariedade de instalações que podem colocar em risco seus usuários.


As deficiências nas condições sanitárias, de segurança e de acessibilidade nas cinco Escolas de Educação Básica (EEB) estaduais em atividade no Município de Seara - EEB Batista Paludo; EEB Elisabeth Matilde Simon; EEB Seara; EEB Raimundo Corrêa; e EEB Rosina Nardi - foram apuradas em inquérito civil.


De acordo com o Promotor de Justiça, foi constatado que os estabelecimentos de ensino estaduais não contam com a estrutura física adequada, violando diretamente o direito das crianças e adolescentes a um ambiente de ensino saudável e seguro.


Para os dois casos mais graves, o Promotor de Justiça requereu a interdição imediata: o ginásio de esportes da EEB Raimundo Corrêa, e a EEB Rosina Nardi.


Em relação ao ginásio, cuja estrutura está cedendo e causando desnivelamento entre a parede e o chão, o Ministério Público requer que a interdição seja determinada até que a edificação seja reformada ou seja apresentado laudo técnico por profissional habilitado atestando a inexistência de risco.


Já no caso da EEB Rosina Nardi - que tem fiação elétrica junto de pilares de metal sujeita a ação da chuva, que torna necessário o desligamento da energia em toda a escola em dias com mau tempo - além da reforma ou apresentação de laudo atestando a segurança, requer a transferência dos alunos para outra escola enquanto durar o impedimento de uso do espaço.


Para as outras escolas, nas quais não foram identificados riscos imediatos apesar das deficiências estruturais, foi requerido que sejam reformadas em até 12 meses. O Juízo da vara Única da Comarca de Seara postergou a análise dos pedidos liminares para depois da manifestação do Estado, que tem o prazo de 30 dias.


(Fonte: Ministério Público de Santa Catarina)