Região

11 ago 20 | 10h35 Por Cristiano Mortari

Arabutã - Câmara instaura CPI para investigar conduta do Executivo ao contratar programa de Educação

Bancada do MDB é que propôs a averiguação, por suspeitar de ilegalidades em licitações e pagamento de horas

Arabutã - Câmara instaura CPI para investigar conduta do Executivo ao contratar programa de Educação
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Na Sessão realizada pela Câmara de Vereadores de Arabutã na segunda-feira, dia 10, a bancada do MDB, propôs e instaurou uma CPI, para investigar a conduta da Administração Municipal, em relação a contratação, através de licitações, de um profissional de Programação Neurolingística, para atuação em um programa da Educação. Os vereadores entendem que há indícios de ilegalidade também no pagamento de horas para a prestação de serviços deste programa.


Em entrevista à Rádio Aliança o vereador Felipe Patzlaff, do MDB, explicou que há várias dúvidas e que a CPI servirá para esclarecimentos. “A bancada foi procurada pela população, que quer esclarecimentos sobre a contratação deste profissional. Ainda no início do ano nós solicitamos informações à Prefeitura e foram constatados indícios de ilegalidade. Teve uma revogação de uma licitação já homologada, posteriormente outra licitação foi feita, já com outra modalidade e só uma empresa participou”, contou. “No total foram executadas 918 horas neste programa da Educação, com o valor de R$ 220,3 mil. O que mais chama a atenção é que há a cobrança de 17 horas, por exemplo, em um único dia”, destacou Patzlaff.


O vereador reforçou na entrevista que um dos principais objetivos dos parlamentares que propuseram a CPI, é saber por qual motivo houve revogação da licitação e mudança de modalidade. “Nessa mudança, o programa passou de 120 para 625 horas, depois com aditivos e mais uma licitação, o total foi de 918 horas executadas. Grande parte do pagamento foi feito com recursos do FIA, Fundo da Infância e da Adolescência”, detalhou Felipe. “Temos este levantamento e agora a CPI é que vai dizer se houve ou não irregularidades. Vamos apurar as informações e encaminhar aos órgãos de controle”, adiantou ele.


A CPI:

Os líderes de bancada têm 48 horas para nomear os membros da CPI. São três bancadas e cada uma deve definir seus representantes. Em seguida os integrantes se reúnem e definem a presidência e o relator. “O prazo para a conclusão dos trabalhos é de 90 dias. Já temos parte da documentação que precisamos para analisar as informações e vamos solicitar mais. E também queremos ouvir as pessoas envolvidas, para que elas possam dar suas versões e explicações dos fatos”, explicou Felipe. 


11 ago 20 | 10h35 Por Cristiano Mortari

Arabutã - Câmara instaura CPI para investigar conduta do Executivo ao contratar programa de Educação

Bancada do MDB é que propôs a averiguação, por suspeitar de ilegalidades em licitações e pagamento de horas

Arabutã - Câmara instaura CPI para investigar conduta do Executivo ao contratar programa de Educação

Na Sessão realizada pela Câmara de Vereadores de Arabutã na segunda-feira, dia 10, a bancada do MDB, propôs e instaurou uma CPI, para investigar a conduta da Administração Municipal, em relação a contratação, através de licitações, de um profissional de Programação Neurolingística, para atuação em um programa da Educação. Os vereadores entendem que há indícios de ilegalidade também no pagamento de horas para a prestação de serviços deste programa.


Em entrevista à Rádio Aliança o vereador Felipe Patzlaff, do MDB, explicou que há várias dúvidas e que a CPI servirá para esclarecimentos. “A bancada foi procurada pela população, que quer esclarecimentos sobre a contratação deste profissional. Ainda no início do ano nós solicitamos informações à Prefeitura e foram constatados indícios de ilegalidade. Teve uma revogação de uma licitação já homologada, posteriormente outra licitação foi feita, já com outra modalidade e só uma empresa participou”, contou. “No total foram executadas 918 horas neste programa da Educação, com o valor de R$ 220,3 mil. O que mais chama a atenção é que há a cobrança de 17 horas, por exemplo, em um único dia”, destacou Patzlaff.


O vereador reforçou na entrevista que um dos principais objetivos dos parlamentares que propuseram a CPI, é saber por qual motivo houve revogação da licitação e mudança de modalidade. “Nessa mudança, o programa passou de 120 para 625 horas, depois com aditivos e mais uma licitação, o total foi de 918 horas executadas. Grande parte do pagamento foi feito com recursos do FIA, Fundo da Infância e da Adolescência”, detalhou Felipe. “Temos este levantamento e agora a CPI é que vai dizer se houve ou não irregularidades. Vamos apurar as informações e encaminhar aos órgãos de controle”, adiantou ele.


A CPI:

Os líderes de bancada têm 48 horas para nomear os membros da CPI. São três bancadas e cada uma deve definir seus representantes. Em seguida os integrantes se reúnem e definem a presidência e o relator. “O prazo para a conclusão dos trabalhos é de 90 dias. Já temos parte da documentação que precisamos para analisar as informações e vamos solicitar mais. E também queremos ouvir as pessoas envolvidas, para que elas possam dar suas versões e explicações dos fatos”, explicou Felipe.