Política

06 out 21 | 10h27 Por Jocimar Soares

Saretta chama a atenção sobre queda no número de mamografias em SC

Parlamentar se manifestou sobre o assunto na Sessão desta terça-feira, dia 5

Saretta chama a atenção sobre queda no número de mamografias em SC
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O deputado Neodi Saretta, do PT concordiense, falou nesta terça-feira, dia 5, da importância do Outubro Rosa, mês que faz um alerta sobre a prevenção e diagnóstico precoce do câncer de mama e também relatou a preocupação em relação ao baixo índice de exames de mamografia realizados no ano passado. Conforme dados da Secretaria de Estado da Saúde, o número de exames diminuiu cerca 40%. Esses fatores, de acordo com Instituto Nacional do Câncer, Inca, se deve a pandemia. “Faço um apelo às mulheres para que realizem os exames, e ao Estado, que crie parcerias com prestadores de serviços para agilizar esses exames represados. Precisamos zerar a fila de exames e dar chances às mulheres ao diagnóstico precoce, ao tratamento, e a cura da doença”, alerta o deputado.  


O câncer de mama, quando diagnosticado precocemente, tem mais chances de cura. No entanto, no ano passado, em Santa Catarina, 660 mulheres morreram vítimas da doença. Neste ano, de acordo com dados registrados no Sistema de Informação de Mortalidade, e divulgados pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica, até o dia 24 de setembro, 429 mulheres morreram vítimas do câncer de mama, aqui no estado.


A grande Florianópolis, seguida pelas regiões nordeste e médio Vale do Itajaí, são as que apresentam os maiores índices de óbito de câncer de mama no estado. As faixas etárias com mais óbitos são entre 40 a 79 anos. “O que chama atenção é que entre o ano passado, até setembro deste ano, 71 mulheres entre 30 e 39 anos morreram vítimas da doença”.


Conforme o deputado, que também é presidente da Comissão de Saúde, mais rapidez para detectar a doença, é uma chance maior às mulheres, e voltou a cobrar mais ações e rapidez na realização dos exames. “Que possamos todos nós fazer ações, especialmente o poder publico: seja municipal, estadual ou federal, para possibilitarmos a ampliação e rapidez dos exames, e assim diagnosticar precocemente os casos, e evitar consequências maiores”, disse Saretta.


(Fonte: Susana Rigo/Secom)



06 out 21 | 10h27 Por Jocimar Soares

Saretta chama a atenção sobre queda no número de mamografias em SC

Parlamentar se manifestou sobre o assunto na Sessão desta terça-feira, dia 5

Saretta chama a atenção sobre queda no número de mamografias em SC

O deputado Neodi Saretta, do PT concordiense, falou nesta terça-feira, dia 5, da importância do Outubro Rosa, mês que faz um alerta sobre a prevenção e diagnóstico precoce do câncer de mama e também relatou a preocupação em relação ao baixo índice de exames de mamografia realizados no ano passado. Conforme dados da Secretaria de Estado da Saúde, o número de exames diminuiu cerca 40%. Esses fatores, de acordo com Instituto Nacional do Câncer, Inca, se deve a pandemia. “Faço um apelo às mulheres para que realizem os exames, e ao Estado, que crie parcerias com prestadores de serviços para agilizar esses exames represados. Precisamos zerar a fila de exames e dar chances às mulheres ao diagnóstico precoce, ao tratamento, e a cura da doença”, alerta o deputado.  


O câncer de mama, quando diagnosticado precocemente, tem mais chances de cura. No entanto, no ano passado, em Santa Catarina, 660 mulheres morreram vítimas da doença. Neste ano, de acordo com dados registrados no Sistema de Informação de Mortalidade, e divulgados pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica, até o dia 24 de setembro, 429 mulheres morreram vítimas do câncer de mama, aqui no estado.


A grande Florianópolis, seguida pelas regiões nordeste e médio Vale do Itajaí, são as que apresentam os maiores índices de óbito de câncer de mama no estado. As faixas etárias com mais óbitos são entre 40 a 79 anos. “O que chama atenção é que entre o ano passado, até setembro deste ano, 71 mulheres entre 30 e 39 anos morreram vítimas da doença”.


Conforme o deputado, que também é presidente da Comissão de Saúde, mais rapidez para detectar a doença, é uma chance maior às mulheres, e voltou a cobrar mais ações e rapidez na realização dos exames. “Que possamos todos nós fazer ações, especialmente o poder publico: seja municipal, estadual ou federal, para possibilitarmos a ampliação e rapidez dos exames, e assim diagnosticar precocemente os casos, e evitar consequências maiores”, disse Saretta.


(Fonte: Susana Rigo/Secom)