Política

05 fev 21 | 14h21 Por Cristiano Mortari

MP Eleitoral sugere desaprovação das contas de campanha do prefeito e vice eleitos em Itá

A Coligação informa que já corrigiu os apontamentos. A documentação agora será apreciada pela Justiça

MP Eleitoral sugere desaprovação das contas de campanha do prefeito e vice eleitos em Itá
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A promotora Eleitoral da Comarca de Seara, Aline Boshi Moreira, encaminhou à Justiça, nesta semana, o parecer sobre a prestação de contas da campanha do prefeito e vice-prefeito eleitos em Itá na eleição de 2020, Clemor Battisti e Moacir Sartoretto. O Ministério Público Eleitoral está sugerindo a desaprovação das contas.


De acordo com o documento que mostra o resultado da análise da arrecadação e a aplicação de recursos utilizados no pleito eleitoral, existem despesas com combustíveis sem a comprovação do gasto com o serviço, sendo utilizado parte dos recursos do Fundo Especial de Financiamento de Campanhas. Também foram identificadas omissões de despesas das contas prestadas com aquelas obtidas mediante banco de dados da Justiça Eleitoral. Ainda conforme a análise da prestação de contas, houve pagamento de dois cheques com verbas do Fundo Especial de Financiamento de Campanhas sem a nota fiscal ou o contrato de prestação de serviços. Também não houve recolhimento da sobra de campanha e houve o pagamento por serviços para pessoas que recebem benefícios sociais.


O Ministério Público Eleitoral ainda requer a devolução dos possíveis valores irregulares pagos com o Fundo Espacial de Financiamento de Campanha, além da aplicação das demais sanções ao caso.


Os representantes dos candidatos rebateram os argumentos apresentados e solicitaram a aprovação das contas, apresentado documentos sobre cada item. O Jornalismo da Aliança FM fez contato com a Coligação dos candidatos Clemor Battisti e Moacir Sartoretto. A assessoria jurídica informou que os apontamentos inseridos na prestação de contas já foram corrigidos e a Coligação aguarda a decisão judicial.


A documentação será avaliada pela Justiça Eleitoral, que pode acolher, ou não, o parecer do Ministério Público. 


05 fev 21 | 14h21 Por Cristiano Mortari

MP Eleitoral sugere desaprovação das contas de campanha do prefeito e vice eleitos em Itá

A Coligação informa que já corrigiu os apontamentos. A documentação agora será apreciada pela Justiça

MP Eleitoral sugere desaprovação das contas de campanha do prefeito e vice eleitos em Itá

A promotora Eleitoral da Comarca de Seara, Aline Boshi Moreira, encaminhou à Justiça, nesta semana, o parecer sobre a prestação de contas da campanha do prefeito e vice-prefeito eleitos em Itá na eleição de 2020, Clemor Battisti e Moacir Sartoretto. O Ministério Público Eleitoral está sugerindo a desaprovação das contas.


De acordo com o documento que mostra o resultado da análise da arrecadação e a aplicação de recursos utilizados no pleito eleitoral, existem despesas com combustíveis sem a comprovação do gasto com o serviço, sendo utilizado parte dos recursos do Fundo Especial de Financiamento de Campanhas. Também foram identificadas omissões de despesas das contas prestadas com aquelas obtidas mediante banco de dados da Justiça Eleitoral. Ainda conforme a análise da prestação de contas, houve pagamento de dois cheques com verbas do Fundo Especial de Financiamento de Campanhas sem a nota fiscal ou o contrato de prestação de serviços. Também não houve recolhimento da sobra de campanha e houve o pagamento por serviços para pessoas que recebem benefícios sociais.


O Ministério Público Eleitoral ainda requer a devolução dos possíveis valores irregulares pagos com o Fundo Espacial de Financiamento de Campanha, além da aplicação das demais sanções ao caso.


Os representantes dos candidatos rebateram os argumentos apresentados e solicitaram a aprovação das contas, apresentado documentos sobre cada item. O Jornalismo da Aliança FM fez contato com a Coligação dos candidatos Clemor Battisti e Moacir Sartoretto. A assessoria jurídica informou que os apontamentos inseridos na prestação de contas já foram corrigidos e a Coligação aguarda a decisão judicial.


A documentação será avaliada pela Justiça Eleitoral, que pode acolher, ou não, o parecer do Ministério Público.