Polícia

29 jul 20 | 8h03 Por Cristiano Mortari

Segue a investigação que envolve empresa de Concórdia em possível tentativa de fraude em licitação

Fato aconteceu no início de julho na Prefeitura de Capinzal. Conclusão do inquérito depende de um depoimento

Segue a investigação que envolve empresa de Concórdia em possível tentativa de fraude em licitação
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A Polícia Civil de Capinzal aguarda o retorno da carta precatória encaminhada à comarca de Concórdia para ouvir um concordiense investigado no inquérito sobre uma suposta tentativa de fraude em um processo licitatório, que aconteceu na Prefeitura de Capinzal no início de julho.


De acordo com a delegada de polícia da comarca de Capinzal, Fernanda Gehlen da Silva, foram realizadas todas as diligências possíveis através da delegacia e a conclusão do inquérito aguarda o interrogatório do investigado, que é um empresário de Concórdia.


Ela conta que a carta precatória foi enviada para Concórdia a fim de colher o depoimento do representante da empresa concordiense, mas até o momento não foi cumprida. “Foi solicitada prioridade porque o processo licitatório, segundo as informações da prefeitura, está parado aguardando a conclusão do procedimento”, detalha.


Relembre:

A licitação era realizada para a contratação de obras para a recuperação de uma área ambiental e o investimento seria de mais de R$ 300 mil. Somente duas empresas participavam da licitação. Uma de Capinzal e outra e Concórdia. De acordo com as informações repassadas à Rádio Aliança, o representante da empresa de Capinzal, denunciou o representante de empresa de Concórdia. Segundo o secretário de Administração e Finanças da Prefeitura de Capinzal, Ivair Rodrigues, durante a abertura dos envelopes com as propostas para a obra de engenharia, um dos participantes teria visto que o concorrente substituiu o envelope. O participante teria tentado alterar a proposta ao perceber que havia concorrência na licitação.


A Comissão de Licitações foi acionada para resolver de forma administrativa, o que não foi possível diante da recusa do suposto envolvido. Rodrigues acionou a Promotoria Pública e a Polícia Civil. As autoridades estiveram na Prefeitura e recolheram toda a documentação referente à licitação.



29 jul 20 | 8h03 Por Cristiano Mortari

Segue a investigação que envolve empresa de Concórdia em possível tentativa de fraude em licitação

Fato aconteceu no início de julho na Prefeitura de Capinzal. Conclusão do inquérito depende de um depoimento

Segue a investigação que envolve empresa de Concórdia em possível tentativa de fraude em licitação

A Polícia Civil de Capinzal aguarda o retorno da carta precatória encaminhada à comarca de Concórdia para ouvir um concordiense investigado no inquérito sobre uma suposta tentativa de fraude em um processo licitatório, que aconteceu na Prefeitura de Capinzal no início de julho.


De acordo com a delegada de polícia da comarca de Capinzal, Fernanda Gehlen da Silva, foram realizadas todas as diligências possíveis através da delegacia e a conclusão do inquérito aguarda o interrogatório do investigado, que é um empresário de Concórdia.


Ela conta que a carta precatória foi enviada para Concórdia a fim de colher o depoimento do representante da empresa concordiense, mas até o momento não foi cumprida. “Foi solicitada prioridade porque o processo licitatório, segundo as informações da prefeitura, está parado aguardando a conclusão do procedimento”, detalha.


Relembre:

A licitação era realizada para a contratação de obras para a recuperação de uma área ambiental e o investimento seria de mais de R$ 300 mil. Somente duas empresas participavam da licitação. Uma de Capinzal e outra e Concórdia. De acordo com as informações repassadas à Rádio Aliança, o representante da empresa de Capinzal, denunciou o representante de empresa de Concórdia. Segundo o secretário de Administração e Finanças da Prefeitura de Capinzal, Ivair Rodrigues, durante a abertura dos envelopes com as propostas para a obra de engenharia, um dos participantes teria visto que o concorrente substituiu o envelope. O participante teria tentado alterar a proposta ao perceber que havia concorrência na licitação.


A Comissão de Licitações foi acionada para resolver de forma administrativa, o que não foi possível diante da recusa do suposto envolvido. Rodrigues acionou a Promotoria Pública e a Polícia Civil. As autoridades estiveram na Prefeitura e recolheram toda a documentação referente à licitação.