Polícia

29 mar 20 | 11h50 Por André Krüger

Por estar em grupo de risco, Cristiane de Oliveira tem conversão de prisão para domiciliar

Decisão foi proferida pela justiça da comarca de Chapecó na tarde da sexta-feira, dia 27.

Por estar em grupo de risco, Cristiane de Oliveira tem conversão de prisão para domiciliar
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Cristiane de Oliveira, que foi condenada pelo assassinato da irmã está em prisão domiciliar, de forma provisória, por três meses. O prazo passou a contar na sexta-feira, dia 27. Ela se enquadra no grupo de risco e a medida segue determinação do Poder Judiciário, em função da pandemia de coronavírus.


A informação foi confirmada pelo advogado de defesa Leandro Bernardi ao jornalismo da Rádio Aliança. A defesa protocolou um pedido junto à Câmara Especial de Justiça, em Chapecó, o que foi deferido na tarde da sexta-feira, com isso ela já se encontra em prisão domiciliar.


O beneficio foi provisório pelo período de três meses. Após esse prazo, o advogado poderá pedir a prorrogação da prisão domiciliar. Ela estava cumprindo a pena no presidio feminino de Chapecó.


Cristiane de Oliveira foi condenada a 21 anos e seis meses de prisão em regime inicialmente fechado. Ela é acusada de matar a irmã Andréia de Oliveira. Ela foi condenada por homicídio qualificado por motivo torpe e que dificultou a defesa da vitima, ocultação de cadáver, crime de entregar veículo automotor para pessoa sem habilitação e por corrupção de menor. Os fatos ocorreram no dia 18 de abril de 2018, quando Andréia foi vista pela última vez. O corpo foi encontrado dois dias depois às margens da BR-153, com marcas de tiro. 

29 mar 20 | 11h50 Por André Krüger

Por estar em grupo de risco, Cristiane de Oliveira tem conversão de prisão para domiciliar

Decisão foi proferida pela justiça da comarca de Chapecó na tarde da sexta-feira, dia 27.

Por estar em grupo de risco, Cristiane de Oliveira tem conversão de prisão para domiciliar

Cristiane de Oliveira, que foi condenada pelo assassinato da irmã está em prisão domiciliar, de forma provisória, por três meses. O prazo passou a contar na sexta-feira, dia 27. Ela se enquadra no grupo de risco e a medida segue determinação do Poder Judiciário, em função da pandemia de coronavírus.


A informação foi confirmada pelo advogado de defesa Leandro Bernardi ao jornalismo da Rádio Aliança. A defesa protocolou um pedido junto à Câmara Especial de Justiça, em Chapecó, o que foi deferido na tarde da sexta-feira, com isso ela já se encontra em prisão domiciliar.


O beneficio foi provisório pelo período de três meses. Após esse prazo, o advogado poderá pedir a prorrogação da prisão domiciliar. Ela estava cumprindo a pena no presidio feminino de Chapecó.


Cristiane de Oliveira foi condenada a 21 anos e seis meses de prisão em regime inicialmente fechado. Ela é acusada de matar a irmã Andréia de Oliveira. Ela foi condenada por homicídio qualificado por motivo torpe e que dificultou a defesa da vitima, ocultação de cadáver, crime de entregar veículo automotor para pessoa sem habilitação e por corrupção de menor. Os fatos ocorreram no dia 18 de abril de 2018, quando Andréia foi vista pela última vez. O corpo foi encontrado dois dias depois às margens da BR-153, com marcas de tiro.