Polícia

06 nov 19 | 17h44 Por André Krüger

Empresária alega estar recebendo ameaça para efetuar pagamento indevido

Tudo teria começado em uma ligação para inclusão do nome da empresária em uma lista telefônica.

Empresária alega estar recebendo ameaça para efetuar pagamento indevido
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Uma empresária concordiense pode está sendo vítima de cobrança indevida, mediante ameaça de inclusão de seu nome em cobrança através de cartório. O fato foi registrado na Central de Polícia Civil de concórdia nas últimas horas. O valor cobrado pelos supostos estelionatários seria de R$ 300,00.


Conforme o relato, a vítima informou que que recebeu uma ligação de uma mulher dizendo ser de uma empresa que estaria atualizando a lista telefônica, sem a necessidade de nenhum pagamento ou custo. Depois dos encaminhamentos via telefone o suposto golpista encaminhou via e-mail um contrato que foi assinado e devolvido.


Depois de 20 dias, a empresária concordiense recebeu uma nova ligação informando sobre à cobrança de R$ 300, referente a uma das 12 parcelas pelo serviço renovado. 


Os possíveis golpistas também informaram que iriam encaminhar o título para cobrança através de cartório, caso não fosse pago.

06 nov 19 | 17h44 Por André Krüger

Empresária alega estar recebendo ameaça para efetuar pagamento indevido

Tudo teria começado em uma ligação para inclusão do nome da empresária em uma lista telefônica.

Empresária alega estar recebendo ameaça para efetuar pagamento indevido

Uma empresária concordiense pode está sendo vítima de cobrança indevida, mediante ameaça de inclusão de seu nome em cobrança através de cartório. O fato foi registrado na Central de Polícia Civil de concórdia nas últimas horas. O valor cobrado pelos supostos estelionatários seria de R$ 300,00.


Conforme o relato, a vítima informou que que recebeu uma ligação de uma mulher dizendo ser de uma empresa que estaria atualizando a lista telefônica, sem a necessidade de nenhum pagamento ou custo. Depois dos encaminhamentos via telefone o suposto golpista encaminhou via e-mail um contrato que foi assinado e devolvido.


Depois de 20 dias, a empresária concordiense recebeu uma nova ligação informando sobre à cobrança de R$ 300, referente a uma das 12 parcelas pelo serviço renovado. 


Os possíveis golpistas também informaram que iriam encaminhar o título para cobrança através de cartório, caso não fosse pago.