Opinião

31 dez 21 | 7h26

Santa Catarina tem transmissão comunitária da variante Ômicron. Dá pra segurar?

Santa Catarina tem transmissão comunitária da variante Ômicron. Dá pra segurar?
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No último texto que publiquei neste espaço falei sobre a variante Ômicron, do Coronavírus. Comentei que há dois anos vivemos com a pandemia e por isso já aprendemos a lição, já sabemos dos cuidados necessários para evitar o contágio e os problemas causados pela Covid-19. Desta forma, entendo que é possível minimizar os efeitos dessa variante.


Volto ao assunto porque na quinta-feira, dia 30 de dezembro, o Governo do Estado comunicou a transmissão comunitária da Ômicron em Santa Catarina. A confirmação de transmissão comunitária ocorre quando, a partir dos resultados da investigação epidemiológica, não é possível identificar a origem da infecção. Ou seja, a variante está circulando e a transmissão ocorre independentemente das pessoas terem viajado ou terem tido contato com outras pessoas que viajaram recentemente para locais fora do Estado.


A transmissão comunitária deixa as autoridades em alerta. A Secretaria de Estado da Saúde já encaminhou ofícios aos municípios, com orientações e com solicitação de manutenção do funcionamento dos centros de triagem Covid-19, assim como o atendimento nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) com possível ampliação de horário e se necessário, com aumento da capacidade técnica.  


Especialistas ainda estudam essa variante. Sabemos até agora, que ela tem uma transmissibilidade maior. Mas também nos informam eles, que a vacinação é eficaz contra a Ômicron e quem tem a imunização completa corre menos riscos de hospitalização.


Não é legal ser repetitivo, mas quero reforçar a tese de que, se nos cuidarmos, se fizermos a lição de casa, se mantermos os cuidados que já foram exaustivamente divulgados, podemos sim, minimizar os efeitos dessa variante. O uso da máscara, o álcool em gel, evitar aglomerações. Já decoramos e até nos acostumamos, então, basta seguir as regras!


Melhor repetir tudo isso, do que repetir aquelas manchetes que ninguém quer! Aquelas que falam de aumento de casos, hospitais lotados e mortes. Não queremos isso, mas é preciso ter consciência de que a pandemia não acabou e a Ômicron é a “nova” personagem. Vamos fazer nossa parte!!


Cristiano Mortari
Conexão Regional

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31 dez 21 | 7h26 Por Cristiano Mortari

Santa Catarina tem transmissão comunitária da variante Ômicron. Dá pra segurar?

Santa Catarina tem transmissão comunitária da variante Ômicron. Dá pra segurar?

No último texto que publiquei neste espaço falei sobre a variante Ômicron, do Coronavírus. Comentei que há dois anos vivemos com a pandemia e por isso já aprendemos a lição, já sabemos dos cuidados necessários para evitar o contágio e os problemas causados pela Covid-19. Desta forma, entendo que é possível minimizar os efeitos dessa variante.


Volto ao assunto porque na quinta-feira, dia 30 de dezembro, o Governo do Estado comunicou a transmissão comunitária da Ômicron em Santa Catarina. A confirmação de transmissão comunitária ocorre quando, a partir dos resultados da investigação epidemiológica, não é possível identificar a origem da infecção. Ou seja, a variante está circulando e a transmissão ocorre independentemente das pessoas terem viajado ou terem tido contato com outras pessoas que viajaram recentemente para locais fora do Estado.


A transmissão comunitária deixa as autoridades em alerta. A Secretaria de Estado da Saúde já encaminhou ofícios aos municípios, com orientações e com solicitação de manutenção do funcionamento dos centros de triagem Covid-19, assim como o atendimento nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) com possível ampliação de horário e se necessário, com aumento da capacidade técnica.  


Especialistas ainda estudam essa variante. Sabemos até agora, que ela tem uma transmissibilidade maior. Mas também nos informam eles, que a vacinação é eficaz contra a Ômicron e quem tem a imunização completa corre menos riscos de hospitalização.


Não é legal ser repetitivo, mas quero reforçar a tese de que, se nos cuidarmos, se fizermos a lição de casa, se mantermos os cuidados que já foram exaustivamente divulgados, podemos sim, minimizar os efeitos dessa variante. O uso da máscara, o álcool em gel, evitar aglomerações. Já decoramos e até nos acostumamos, então, basta seguir as regras!


Melhor repetir tudo isso, do que repetir aquelas manchetes que ninguém quer! Aquelas que falam de aumento de casos, hospitais lotados e mortes. Não queremos isso, mas é preciso ter consciência de que a pandemia não acabou e a Ômicron é a “nova” personagem. Vamos fazer nossa parte!!