Opinião

02 jan | 15h19 Por Rádio Aliança

Saída do governo municipal pode provocar consequências internas no PSB

Uma ala do partido estaria descontente com a situação e pode estar ensaiando uma saída do partido.

Saída do governo municipal pode provocar consequências internas no PSB
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A saída do PSB do Governo Pacheco e Massocco pode trazer consequências internas dentro da própria sigla. Se por um lado a Administração Municipal não digeriu bem o resultado da eleição da Câmara de Vereadores, realizada em dezembro do ano passado, em que Mauro Fretta numa composição com a oposição venceu a disputa, por outro lado a decisão do parlamentar em lançar chapa para o pleito naquela ocasião também não teve a simpatia de alguns integrantes do próprio partido. Pelo menos foi o que me assopraram.


A informação que se tem é que a decisão pela saída do PSB, que ainda carece de publicação no Diário Oficial do Município, já está tomada e irreversível. Tal fato poderá provocar saídas do PSB de Concórdia. Alguns nomes que estariam descontentes com o encaminhamento e o desfecho disso tudo, não descartam levantar acampamento da sigla. Pelo que apurou a reportagem da Rádio Aliança, entre esses descontentes estaria o, por enquanto, superintendente da Fundação Municipal de Meio Ambiente de Concórdia, Fundema, Gilberto Romani. 


A alegação é de que a decisão do vereador Mauro Fretta, do PSB, de concorrer ao pleito teria sido tomada pelo próprio parlamentar com o apoio de parte do comando local do partido. Entre eles o presidente Idair Piccinin. Porém, são informações de bastidores. E essas informações dão conta de que a base do PSB foi consultada sobre essa possibilidade, uma parte dos partidários torceu o nariz e o descontentamento aumentou após a decisão do Executivo Municipal em exonerar os oito comissionados do PSB na Administração.

 

Há quem garanta de que alguns comissionados do PSB tentaram argumentar com a Administração, sobre como foi o encaminhamento interno da sigla, que deliberou sobre o caminho tomado na eleição do Legislativo Municipal. Porém, sem sucesso.


O fato agora é que a sigla deixa o Governo Municipal e ainda não se manifestou oficialmente se será, ou não, oposição na Câmara de Vereadores. Essa é a indagação que muitos estão se fazendo hoje, embora haja uma certeza de que a postura da bancada venha a ser de oposição em face de tudo que aconteceu ou está acontecendo. Porém, antes de tomar essa decisão, vejo que o PSB precisa equacionar essa questão interna, que pode resultar na saída de alguns que hoje estão descontentes.

 

02 jan | 15h19 Por Rádio Aliança

Saída do governo municipal pode provocar consequências internas no PSB

Uma ala do partido estaria descontente com a situação e pode estar ensaiando uma saída do partido.

Saída do governo municipal pode provocar consequências internas no PSB

A saída do PSB do Governo Pacheco e Massocco pode trazer consequências internas dentro da própria sigla. Se por um lado a Administração Municipal não digeriu bem o resultado da eleição da Câmara de Vereadores, realizada em dezembro do ano passado, em que Mauro Fretta numa composição com a oposição venceu a disputa, por outro lado a decisão do parlamentar em lançar chapa para o pleito naquela ocasião também não teve a simpatia de alguns integrantes do próprio partido. Pelo menos foi o que me assopraram.


A informação que se tem é que a decisão pela saída do PSB, que ainda carece de publicação no Diário Oficial do Município, já está tomada e irreversível. Tal fato poderá provocar saídas do PSB de Concórdia. Alguns nomes que estariam descontentes com o encaminhamento e o desfecho disso tudo, não descartam levantar acampamento da sigla. Pelo que apurou a reportagem da Rádio Aliança, entre esses descontentes estaria o, por enquanto, superintendente da Fundação Municipal de Meio Ambiente de Concórdia, Fundema, Gilberto Romani. 


A alegação é de que a decisão do vereador Mauro Fretta, do PSB, de concorrer ao pleito teria sido tomada pelo próprio parlamentar com o apoio de parte do comando local do partido. Entre eles o presidente Idair Piccinin. Porém, são informações de bastidores. E essas informações dão conta de que a base do PSB foi consultada sobre essa possibilidade, uma parte dos partidários torceu o nariz e o descontentamento aumentou após a decisão do Executivo Municipal em exonerar os oito comissionados do PSB na Administração.

 

Há quem garanta de que alguns comissionados do PSB tentaram argumentar com a Administração, sobre como foi o encaminhamento interno da sigla, que deliberou sobre o caminho tomado na eleição do Legislativo Municipal. Porém, sem sucesso.


O fato agora é que a sigla deixa o Governo Municipal e ainda não se manifestou oficialmente se será, ou não, oposição na Câmara de Vereadores. Essa é a indagação que muitos estão se fazendo hoje, embora haja uma certeza de que a postura da bancada venha a ser de oposição em face de tudo que aconteceu ou está acontecendo. Porém, antes de tomar essa decisão, vejo que o PSB precisa equacionar essa questão interna, que pode resultar na saída de alguns que hoje estão descontentes.