Opinião

12 fev 21 | 17h13

O assunto calçadão rendeu, mas continuo com a mesma opinião!

O assunto calçadão rendeu, mas continuo com a mesma opinião!
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Ainda sobre o comentário de estreia desta coluna, que tratou da liberação de trânsito de veículos no calçadão de Concórdia, o assunto rendeu. E como rendeu! Muitos comentários na fanpage no Facebook e também na própria página. Analisando as opiniões, dá para concluir que a maioria defende o fechamento do calçadão para carros. Uns colocaram suas justificativas para isso e outros, não.


Porém, o que me deixa feliz como formador de opinião é que todos as colocações foram respeitosas, isso dos dois lados. O objetivo da coluna é justamente esse! Promover o debate inteligente, proporcionar chance de se posicionar sobre os assuntos palpitantes da cidade e fazer valer a premissa de que a pluralidade de ideias enriquece, não desagrega.


Entretanto, o que me fez retomar esse assunto hoje é o fato de que fui interpelado por pessoas, obviamente ligadas ao urbanismo e mobilidade urbana, sobre o trecho do comentário da última semana que apontou que haveria congestionamentos com sobrecarga de veículos em vias próximas, sem uma alternativa que interligasse a rua do Comércio ao entroncamento com a Doutor Maruri, defronte à Rua Coberta, isso com a proibição de trânsito de carros no calçadão. Usei esses pontos para defender a minha posição de que esse trecho não deve ser fechado para o trânsito de carros. Continuo com essa posição.


Sobre isso, tive a atenção chamada nos últimos dias de que poderia ser feito um acesso para a região da praça pela Anita Garibaldi, que vai ser nos dois sentidos, passando pela Travessa Antônio Brunetto e Adolfo Konder. Isso sem falar que há uma faixa para veículos no trajeto do novo calçadão em frente ao Banco Santander, que também poderia ser usada. Em relação à essas ponderações, não tenho opinião formada se isso irá funcionar ou não na prática. Mas à pedidos, fiz o registro dessa possibilidade para dar novos elementos à opinião pública, já que segmentos da sociedade estão sendo chamados para discutir a regulamentação do uso do calçadão.


A questão ainda está em aberto e uma definição deve ocorrer nas próximas semanas. Claro que o local ficou bonito e aprazível para os pedestres. Tem mais espaço e certamente nos finais de semana, será um ponto de encontro. Porém, é preciso saber o que pensam os responsáveis pelos estabelecimentos e comércios que estão endereçados ao longo do trecho em questão. Sou da opinião de que beleza sem funcionalidade, nesse caso mobilidade, não funciona!


Jocimar Soares
Radar

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12 fev 21 | 17h13 Por Jocimar Soares

O assunto calçadão rendeu, mas continuo com a mesma opinião!

O assunto calçadão rendeu, mas continuo com a mesma opinião!

Ainda sobre o comentário de estreia desta coluna, que tratou da liberação de trânsito de veículos no calçadão de Concórdia, o assunto rendeu. E como rendeu! Muitos comentários na fanpage no Facebook e também na própria página. Analisando as opiniões, dá para concluir que a maioria defende o fechamento do calçadão para carros. Uns colocaram suas justificativas para isso e outros, não.


Porém, o que me deixa feliz como formador de opinião é que todos as colocações foram respeitosas, isso dos dois lados. O objetivo da coluna é justamente esse! Promover o debate inteligente, proporcionar chance de se posicionar sobre os assuntos palpitantes da cidade e fazer valer a premissa de que a pluralidade de ideias enriquece, não desagrega.


Entretanto, o que me fez retomar esse assunto hoje é o fato de que fui interpelado por pessoas, obviamente ligadas ao urbanismo e mobilidade urbana, sobre o trecho do comentário da última semana que apontou que haveria congestionamentos com sobrecarga de veículos em vias próximas, sem uma alternativa que interligasse a rua do Comércio ao entroncamento com a Doutor Maruri, defronte à Rua Coberta, isso com a proibição de trânsito de carros no calçadão. Usei esses pontos para defender a minha posição de que esse trecho não deve ser fechado para o trânsito de carros. Continuo com essa posição.


Sobre isso, tive a atenção chamada nos últimos dias de que poderia ser feito um acesso para a região da praça pela Anita Garibaldi, que vai ser nos dois sentidos, passando pela Travessa Antônio Brunetto e Adolfo Konder. Isso sem falar que há uma faixa para veículos no trajeto do novo calçadão em frente ao Banco Santander, que também poderia ser usada. Em relação à essas ponderações, não tenho opinião formada se isso irá funcionar ou não na prática. Mas à pedidos, fiz o registro dessa possibilidade para dar novos elementos à opinião pública, já que segmentos da sociedade estão sendo chamados para discutir a regulamentação do uso do calçadão.


A questão ainda está em aberto e uma definição deve ocorrer nas próximas semanas. Claro que o local ficou bonito e aprazível para os pedestres. Tem mais espaço e certamente nos finais de semana, será um ponto de encontro. Porém, é preciso saber o que pensam os responsáveis pelos estabelecimentos e comércios que estão endereçados ao longo do trecho em questão. Sou da opinião de que beleza sem funcionalidade, nesse caso mobilidade, não funciona!