Momento Agro

12 nov 19 | 9h58 Por Analu Slongo

Rota do Milho depende de ajustes burocráticos e de infraestrutura

Grão comprado na Argentina e no Paraguai poderá representar economia de R$ 1 bilhão por ano a SC

Rota do Milho depende de ajustes burocráticos e de infraestrutura
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Brasil, Argentina e Paraguai estão empenhados para tirar do papel a Rota do Milho. A proposta, que foi idealizada em 2017, é para comprar milho dos dois países vizinhos, o que reduziria pela metade a distância que o grão precisa percorrer atualmente para chegar a Santa Catarina. O assunto foi debatido durante I Fórum Internacional Agro Sem Fronteiras, que acontece em Chapecó.



O secretário-adjunto da Agricultura em Santa Catarina, Ricardo Miotto, diz que os três países têm interesse nessa parceria, mas o trabalho é complexo. Segundo ele, há várias questões jurídicas e investimentos em infraestrutura que ainda precisam ser resolvidos. Miotto destaca que há um movimento forte pela Rota do Milho, mas ainda não fala em prazos para que isso se concretize na prática (ouça o áudio acima).


A estimativa é que Santa Catarina economize em torno de R$ 1 bilhão por ano comprando milho dos países vizinhos e não mais do Centro-Sul do Brasil. O trajeto da Rota do Milho representa uma economia de 300 quilômetros e uma redução de custo de R$ 2,00 por saca de milho.


12 nov 19 | 9h58 Por Analu Slongo

Rota do Milho depende de ajustes burocráticos e de infraestrutura

Grão comprado na Argentina e no Paraguai poderá representar economia de R$ 1 bilhão por ano a SC

Rota do Milho depende de ajustes burocráticos e de infraestrutura

Brasil, Argentina e Paraguai estão empenhados para tirar do papel a Rota do Milho. A proposta, que foi idealizada em 2017, é para comprar milho dos dois países vizinhos, o que reduziria pela metade a distância que o grão precisa percorrer atualmente para chegar a Santa Catarina. O assunto foi debatido durante I Fórum Internacional Agro Sem Fronteiras, que acontece em Chapecó.



O secretário-adjunto da Agricultura em Santa Catarina, Ricardo Miotto, diz que os três países têm interesse nessa parceria, mas o trabalho é complexo. Segundo ele, há várias questões jurídicas e investimentos em infraestrutura que ainda precisam ser resolvidos. Miotto destaca que há um movimento forte pela Rota do Milho, mas ainda não fala em prazos para que isso se concretize na prática (ouça o áudio acima).


A estimativa é que Santa Catarina economize em torno de R$ 1 bilhão por ano comprando milho dos países vizinhos e não mais do Centro-Sul do Brasil. O trajeto da Rota do Milho representa uma economia de 300 quilômetros e uma redução de custo de R$ 2,00 por saca de milho.