Momento Agro

31 out 19 | 17h49 Por Jocimar Soares

Preço do leite tem nova queda para o produtor

Será o terceiro mês consecutivo de queda, conforme a projeção do Conseleite/SC.

Preço do leite tem nova queda para o produtor
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O preço do leite para o produtor caiu pelo terceiro mês consecutivo na projeção do Conseleite/SC, conselho paritário formado pela indústria e produtores. O preço médio, que foi de R$ 1,1918 por litro em agosto e R$ 1,1767 em setembro, foi projetado em R$ 1,1479 em outubro. Quase três centavos a menos em um mês.


O presidente do Conseleite e representante da Federação da Agricultura do Estado de Santa Catarina (Faesc), José Araújo, lamentou que o produto já tenha caído mais de dez centavos desde maio, quando o valor estava em R$ 1,2535


- O preço em Santa Catarina teve uma queda de 2,5 centavos para o produtor, novamente a mesma desculpa de falta de consumo, de que nosso povo não tem dinheiro para comprar, as indústrias estão bastante estocadas, temos produção estável. O que a gente pede é que o governo do estado e o secretário da Agricultura é que para seja revisto a desoneração dos lácteos porque de cada quatro litros de leite produzidos aqui, dois temos que mandar para fora – disse Araújo.


De acordo com o presidente do Sindicato das Indústrias de Laticínios e Derivados de Santa Catarina (Sindileite-SC), Valter Brandalise, a queda no preço aconteceu também em outros estados, pois há uma demanda reprimida e uma oferta maior.


Ele também aguara a revisão do ICMS de alguns produtos lácteos, como doce de leite, requeijão, creme de leite, leite condensado e alguns tipos de queijo, que tiveram aumento da alíquota de 7% para 12%, a partir de primeiro de agosto.


Brandalise disse que há outros pontos de tributação em que os laticínios de Santa Catarina pedem equiparação com o Rio Grande do Sul e Paraná.


Na avaliação do analista Tabajara Marcondes, do Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola da Epagri (Cepa/Epagri), a tendência é de que os preços continuem em baixa para o produtor até dezembro, quando há um pico de produção. Ele avaliou que os preços estavam melhores no início do ano por uma expectativa de retomada mais vigorosa da economia, o que acabou não se confirmando.


(Fonte: NSC)

31 out 19 | 17h49 Por Jocimar Soares

Preço do leite tem nova queda para o produtor

Será o terceiro mês consecutivo de queda, conforme a projeção do Conseleite/SC.

Preço do leite tem nova queda para o produtor

O preço do leite para o produtor caiu pelo terceiro mês consecutivo na projeção do Conseleite/SC, conselho paritário formado pela indústria e produtores. O preço médio, que foi de R$ 1,1918 por litro em agosto e R$ 1,1767 em setembro, foi projetado em R$ 1,1479 em outubro. Quase três centavos a menos em um mês.


O presidente do Conseleite e representante da Federação da Agricultura do Estado de Santa Catarina (Faesc), José Araújo, lamentou que o produto já tenha caído mais de dez centavos desde maio, quando o valor estava em R$ 1,2535


- O preço em Santa Catarina teve uma queda de 2,5 centavos para o produtor, novamente a mesma desculpa de falta de consumo, de que nosso povo não tem dinheiro para comprar, as indústrias estão bastante estocadas, temos produção estável. O que a gente pede é que o governo do estado e o secretário da Agricultura é que para seja revisto a desoneração dos lácteos porque de cada quatro litros de leite produzidos aqui, dois temos que mandar para fora – disse Araújo.


De acordo com o presidente do Sindicato das Indústrias de Laticínios e Derivados de Santa Catarina (Sindileite-SC), Valter Brandalise, a queda no preço aconteceu também em outros estados, pois há uma demanda reprimida e uma oferta maior.


Ele também aguara a revisão do ICMS de alguns produtos lácteos, como doce de leite, requeijão, creme de leite, leite condensado e alguns tipos de queijo, que tiveram aumento da alíquota de 7% para 12%, a partir de primeiro de agosto.


Brandalise disse que há outros pontos de tributação em que os laticínios de Santa Catarina pedem equiparação com o Rio Grande do Sul e Paraná.


Na avaliação do analista Tabajara Marcondes, do Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola da Epagri (Cepa/Epagri), a tendência é de que os preços continuem em baixa para o produtor até dezembro, quando há um pico de produção. Ele avaliou que os preços estavam melhores no início do ano por uma expectativa de retomada mais vigorosa da economia, o que acabou não se confirmando.


(Fonte: NSC)