Agronegócio

02 out 21 | 9h23 Por Jocimar Soares

OUÇA: Epagri constata vírus que provoca enfezamento do milho em insetos coletados em armadilhas

Epagri mantém armadilhas espalhadas pelo Estado e dessas, quatro estão em Concórdia

OUÇA: Epagri constata vírus que provoca enfezamento do milho em insetos coletados em armadilhas
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O inseto conhecido como cigarrinha do milho (Dalbulus maidis), que vem sendo capturado em armadilhas espalhadas pela Epagri, começou a apresentar o vírus que provoca o enfezamento do milho. A informação é da própria empresa de pesquisa agropecuária, que faz o trabalho de monitoramento. 


Conforme já informado pela Aliança FM, a instituição mantém quatro armadilhas em lavouras, que consistem na captura do inseto para análise. Isso vem ocorrendo nos últimos meses. Até então, as amostras do inseto que vinham sendo coletadas não tinham o vírus que provoca o enfezamento do milho. Situação que mudou pelo menos nos últimos 15 dias, em que os insetos passaram a ter vírus. Porém, a exemplo do que vem ocorrendo desde o início do monitoramento, a população da cigarrinha na região é baixa.


O enfezamento do milho provocou prejuízos históricos nas lavouras de milho no ano passado. A doença afeta o desenvolvimento da planta, o que acarreta prejuízos


Em entrevista ao Canal 101 da Aliança FM, na noite da sexta-feira, dia 1, o engenheiro agrônomo da Epagri de Concórdia, Márcio Titon, destacou que, independente da população, o fato de haver insetos infectados já representa um risco. Porém, ele diz que nesse ano os produtores e técnicos estão preparados. Diferente da safra passada (OUÇA).



02 out 21 | 9h23 Por Jocimar Soares

OUÇA: Epagri constata vírus que provoca enfezamento do milho em insetos coletados em armadilhas

Epagri mantém armadilhas espalhadas pelo Estado e dessas, quatro estão em Concórdia

OUÇA: Epagri constata vírus que provoca enfezamento do milho em insetos coletados em armadilhas

O inseto conhecido como cigarrinha do milho (Dalbulus maidis), que vem sendo capturado em armadilhas espalhadas pela Epagri, começou a apresentar o vírus que provoca o enfezamento do milho. A informação é da própria empresa de pesquisa agropecuária, que faz o trabalho de monitoramento. 


Conforme já informado pela Aliança FM, a instituição mantém quatro armadilhas em lavouras, que consistem na captura do inseto para análise. Isso vem ocorrendo nos últimos meses. Até então, as amostras do inseto que vinham sendo coletadas não tinham o vírus que provoca o enfezamento do milho. Situação que mudou pelo menos nos últimos 15 dias, em que os insetos passaram a ter vírus. Porém, a exemplo do que vem ocorrendo desde o início do monitoramento, a população da cigarrinha na região é baixa.


O enfezamento do milho provocou prejuízos históricos nas lavouras de milho no ano passado. A doença afeta o desenvolvimento da planta, o que acarreta prejuízos


Em entrevista ao Canal 101 da Aliança FM, na noite da sexta-feira, dia 1, o engenheiro agrônomo da Epagri de Concórdia, Márcio Titon, destacou que, independente da população, o fato de haver insetos infectados já representa um risco. Porém, ele diz que nesse ano os produtores e técnicos estão preparados. Diferente da safra passada (OUÇA).