Momento Agro

06 dez 19 | 17h01 Por Jocimar Soares

Exportação de carne suína catarinense bate recorde histórico

Ao longo desse ano, foram 373,5 mil toneladas de carne embarcadas.

Exportação de carne suína catarinense bate recorde histórico
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Maior produtor nacional de suínos, Santa Catarina aumentou ainda mais sua participação internacional e alcançou o maior volume e faturamento desde 1997, quando começaram as análises de dados de exportação. Ao longo do ano, foram 373,5 mil de toneladas embarcadas, gerando um faturamento de US$ 766,4 milhões. Boa parte das mercadorias vai para o mercado chinês.


"O agronegócio de Santa Catarina vive um momento muito bom, principalmente o setor produtivo de carnes. Os produtos catarinenses já são reconhecidos em todo o mundo como sinônimo de qualidade, temos a confiança do mercado internacional e grandes diferenciais devido ao cuidado com a saúde do nosso rebanho. Colhemos agora o resultado de muito trabalho e investimento para manter a sanidade animal e a excelência da produção catarinense", destaca o secretário de Estado da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural, Ricardo de Gouvêa.


Santa Catarina responde por 57% de toda a exportação nacional de carne suína. A alta nos embarques para a China é explicada pela grave crise enfrentada na suinocultura chinesa, devido ao surto de peste suína africana no país. No acumulado do ano, a quantidade vendida para o mercado chinês aumentou em 42,5% e o faturamento em 63,8%.


Segundo o analista do Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola (Epagri/Cepa), Alexandre Giehl, provavelmente a China demorará alguns anos para recompor seu nível de produção, o que se apresenta como uma grande oportunidade para o Brasil e em especial para Santa Catarina.


De janeiro a novembro de 2019, China e Hong Kong responderam por 60% de todo o faturamento com as exportações catarinenses de carne suína. Santa Catarina mantém relações comerciais com outros importantes mercados, alguns deles são considerados os mais exigentes do mundo como Chile, Rússia, Japão, Estados Unidos e Coreia do Sul.


Habilitação de novas plantas


No início de novembro, as autoridades sanitárias da China habilitaram mais sete plantas frigoríficas catarinenses a exportar subprodutos de carne suína para o país asiático. As estimativas são de que o estado aumente seu faturamento em US$ 15 milhões (cerca de R$ 60 milhões) por mês com os novos embarques.


Diferenciais de Santa Catarina


Santa Catarina é reconhecida internacionalmente pela qualidade do seu agronegócio e o cuidado com a saúde animal e vegetal. É o único estado brasileiro reconhecido pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) como área livre de febre aftosa sem vacinação e área livre de peste suína clássica. Esses são requisitos fundamentais para acessar os mercados mais competitivos.


(Fonte: Secom)

06 dez 19 | 17h01 Por Jocimar Soares

Exportação de carne suína catarinense bate recorde histórico

Ao longo desse ano, foram 373,5 mil toneladas de carne embarcadas.

Exportação de carne suína catarinense bate recorde histórico

Maior produtor nacional de suínos, Santa Catarina aumentou ainda mais sua participação internacional e alcançou o maior volume e faturamento desde 1997, quando começaram as análises de dados de exportação. Ao longo do ano, foram 373,5 mil de toneladas embarcadas, gerando um faturamento de US$ 766,4 milhões. Boa parte das mercadorias vai para o mercado chinês.


"O agronegócio de Santa Catarina vive um momento muito bom, principalmente o setor produtivo de carnes. Os produtos catarinenses já são reconhecidos em todo o mundo como sinônimo de qualidade, temos a confiança do mercado internacional e grandes diferenciais devido ao cuidado com a saúde do nosso rebanho. Colhemos agora o resultado de muito trabalho e investimento para manter a sanidade animal e a excelência da produção catarinense", destaca o secretário de Estado da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural, Ricardo de Gouvêa.


Santa Catarina responde por 57% de toda a exportação nacional de carne suína. A alta nos embarques para a China é explicada pela grave crise enfrentada na suinocultura chinesa, devido ao surto de peste suína africana no país. No acumulado do ano, a quantidade vendida para o mercado chinês aumentou em 42,5% e o faturamento em 63,8%.


Segundo o analista do Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola (Epagri/Cepa), Alexandre Giehl, provavelmente a China demorará alguns anos para recompor seu nível de produção, o que se apresenta como uma grande oportunidade para o Brasil e em especial para Santa Catarina.


De janeiro a novembro de 2019, China e Hong Kong responderam por 60% de todo o faturamento com as exportações catarinenses de carne suína. Santa Catarina mantém relações comerciais com outros importantes mercados, alguns deles são considerados os mais exigentes do mundo como Chile, Rússia, Japão, Estados Unidos e Coreia do Sul.


Habilitação de novas plantas


No início de novembro, as autoridades sanitárias da China habilitaram mais sete plantas frigoríficas catarinenses a exportar subprodutos de carne suína para o país asiático. As estimativas são de que o estado aumente seu faturamento em US$ 15 milhões (cerca de R$ 60 milhões) por mês com os novos embarques.


Diferenciais de Santa Catarina


Santa Catarina é reconhecida internacionalmente pela qualidade do seu agronegócio e o cuidado com a saúde animal e vegetal. É o único estado brasileiro reconhecido pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) como área livre de febre aftosa sem vacinação e área livre de peste suína clássica. Esses são requisitos fundamentais para acessar os mercados mais competitivos.


(Fonte: Secom)