Momento Agro

01 out 19 | 16h50 Por Jocimar Soares

Carne Fraca: operação apura R$ 19 mi de propinas da BRF a auditores fiscais

É a 4ª fase da operação Faz buscas em 68 endereços.

Carne Fraca: operação apura R$ 19 mi de propinas da BRF a auditores fiscais
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A Polícia Federal deflagrou nesta 3ª feira (1ª.out.2019) a 4ª fase da operação Carne Fraca, batizada de Romanos. A ação apura supostos crimes de corrupção passiva praticados por auditores fiscais agropecuários federais em benefício de grupo empresarial BRF, dono da Sadia e da Perdigão.


A empresa afirmou à PF que ao menos 60 auditores fiscais teriam sido favorecidos com as vantagens indevidas. Há indicativos de que foram destinados R$ 19 milhões para os pagamentos de propinas. Os valores eram pagos em espécie, por meio do custeio de planos de saúde e até mesmo por contratos fictícios firmados com empresas que representavam o interesse dos fiscais.


De acordo com o inquérito, a prática teria sido interrompida em 2017, quando a BRF “passou por uma reestruturação interna”. Segundo a PF, o grupo atuou em “colaboração espontânea” com as autoridades e não ganhará “nenhum benefício em troca”.


Ao todo, são cumpridos 68 mandados de busca e apreensão em 9 Estados. As medidas foram autorizadas pela 1ª Vara Federal de Ponta Grossa (PR).


A Justiça também determinou o afastamento cautelar de 39 fiscais do Ministério da Agricultura.


Depois do início da operação, a BRF publicou comunicado ao mercado sobre o tema. Afirmou que nenhuma de suas instalações foi alvo de busca e apreensão. 



(Fonte: Poder360)

01 out 19 | 16h50 Por Jocimar Soares

Carne Fraca: operação apura R$ 19 mi de propinas da BRF a auditores fiscais

É a 4ª fase da operação Faz buscas em 68 endereços.

Carne Fraca: operação apura R$ 19 mi de propinas da BRF a auditores fiscais

A Polícia Federal deflagrou nesta 3ª feira (1ª.out.2019) a 4ª fase da operação Carne Fraca, batizada de Romanos. A ação apura supostos crimes de corrupção passiva praticados por auditores fiscais agropecuários federais em benefício de grupo empresarial BRF, dono da Sadia e da Perdigão.


A empresa afirmou à PF que ao menos 60 auditores fiscais teriam sido favorecidos com as vantagens indevidas. Há indicativos de que foram destinados R$ 19 milhões para os pagamentos de propinas. Os valores eram pagos em espécie, por meio do custeio de planos de saúde e até mesmo por contratos fictícios firmados com empresas que representavam o interesse dos fiscais.


De acordo com o inquérito, a prática teria sido interrompida em 2017, quando a BRF “passou por uma reestruturação interna”. Segundo a PF, o grupo atuou em “colaboração espontânea” com as autoridades e não ganhará “nenhum benefício em troca”.


Ao todo, são cumpridos 68 mandados de busca e apreensão em 9 Estados. As medidas foram autorizadas pela 1ª Vara Federal de Ponta Grossa (PR).


A Justiça também determinou o afastamento cautelar de 39 fiscais do Ministério da Agricultura.


Depois do início da operação, a BRF publicou comunicado ao mercado sobre o tema. Afirmou que nenhuma de suas instalações foi alvo de busca e apreensão. 



(Fonte: Poder360)