Geral

19 mai 24 | 10h59 Por Luan De Bortoli

Tragédia no RS: mortes chegam a 155; mais de 600 mil pessoas estão fora de casa

Conforme a Defesa Civil, são 89 desaparecidos após as chuvas.

Tragédia no RS: mortes chegam a 155; mais de 600 mil pessoas estão fora de casa
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Chegou a 155 o número de vítimas dos temporais e enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul entre o fim de abril e a primeira quinzena de maio. Conforme o relatório da Defesa Civil divulgado na manhã deste domingo (19), há 89 pessoas desaparecidas.

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São 617,5 mil pessoas fora de casa. Deste total, 540,6 mil estão desalojados (em casas de amigos ou parentes) e 76,9 mil foram acolhidos em abrigos. O governo estima que a população afetada pelo evento climático seja de 2,3 milhões de gaúchos. Dos 497 municípios do RS, 463 registraram transtornos.

  • Mortos: 155
  • Desaparecidos: 89
  • Feridos: 806
  • Pessoas em abrigos: 76.955
  • Desalojados: 540.626
  • Pessoas afetadas: 2.321.720
  • Pessoas resgatadas: 82.666
  • Animais resgatados: 12.215
  • Municípios afetados: 463

Guaíba baixa, e prefeitura derruba comporta

Com a marca de 4,52 metros, aferida na manhã deste sábado, o Guaíba marcou seu menor nível desde a madrugada de segunda (13) em Porto Alegre. O índice ainda está distante da cota de inundação (3 metros), mas permite a adoção de algumas medidas para "desalagar" o Centro Histórico.

Com a baixa, o Guaíba está em um nível menor do que a água acumulada nas ruas do Centro Histórico. Por isso, a prefeitura derrubou uma comporta do Muro da Mauá, em frente à Rua Padre Tomé, nas proximidades da Basílica das Dores.

Com a operação, será possível acessar duas casas de bomba, que ajudam a drenar a água acumulada nas ruas para fora da área urbana.

As comportas são grandes portões de ferro que impedem que a água do lago invada a cidade. Já as bombas são equipamentos elétricos que bombeiam para fora da cidade a água que toma as redes de esgotos. Com as cheias, houve problemas nesse sistema, o que permitiu a inundação de parte da área urbana da capital.


Fonte: G1 RS

19 mai 24 | 10h59 Por Luan De Bortoli

Tragédia no RS: mortes chegam a 155; mais de 600 mil pessoas estão fora de casa

Conforme a Defesa Civil, são 89 desaparecidos após as chuvas.

Tragédia no RS: mortes chegam a 155; mais de 600 mil pessoas estão fora de casa

Chegou a 155 o número de vítimas dos temporais e enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul entre o fim de abril e a primeira quinzena de maio. Conforme o relatório da Defesa Civil divulgado na manhã deste domingo (19), há 89 pessoas desaparecidas.

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São 617,5 mil pessoas fora de casa. Deste total, 540,6 mil estão desalojados (em casas de amigos ou parentes) e 76,9 mil foram acolhidos em abrigos. O governo estima que a população afetada pelo evento climático seja de 2,3 milhões de gaúchos. Dos 497 municípios do RS, 463 registraram transtornos.

  • Mortos: 155
  • Desaparecidos: 89
  • Feridos: 806
  • Pessoas em abrigos: 76.955
  • Desalojados: 540.626
  • Pessoas afetadas: 2.321.720
  • Pessoas resgatadas: 82.666
  • Animais resgatados: 12.215
  • Municípios afetados: 463

Guaíba baixa, e prefeitura derruba comporta

Com a marca de 4,52 metros, aferida na manhã deste sábado, o Guaíba marcou seu menor nível desde a madrugada de segunda (13) em Porto Alegre. O índice ainda está distante da cota de inundação (3 metros), mas permite a adoção de algumas medidas para "desalagar" o Centro Histórico.

Com a baixa, o Guaíba está em um nível menor do que a água acumulada nas ruas do Centro Histórico. Por isso, a prefeitura derrubou uma comporta do Muro da Mauá, em frente à Rua Padre Tomé, nas proximidades da Basílica das Dores.

Com a operação, será possível acessar duas casas de bomba, que ajudam a drenar a água acumulada nas ruas para fora da área urbana.

As comportas são grandes portões de ferro que impedem que a água do lago invada a cidade. Já as bombas são equipamentos elétricos que bombeiam para fora da cidade a água que toma as redes de esgotos. Com as cheias, houve problemas nesse sistema, o que permitiu a inundação de parte da área urbana da capital.


Fonte: G1 RS