Geral

19 mar 20 | 6h00 Por Jocimar Soares

Petrobras reduzirá o preço da gasolina em 12% e diesel em 7,5%

Último reajuste para baixo da estatal aconteceu no dia 13 desse mês.

Petrobras reduzirá o preço da gasolina em 12% e diesel em 7,5%
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A Petrobras (PETR4; PETR3) reduzirá o preço médio da gasolina em suas refinarias em 12% e o do diesel em 7,5% a partir de quinta-feira, informou a petroleira à Reuters, em meio a um mergulho dos preços de petróleo e derivados por impactos da expansão do coronavírus e de uma guerra de preços entre grandes produtores.


Com os novos cortes, a queda acumulada de ambos os combustíveis da Petrobras –responsável por quase 100% da capacidade de refino do país– somará cerca de 30% em 2020, de acordo com informações da petroleira estatal e cálculos da Reuters.


Os preços do petróleo Brent já caíram mais de 60% neste ano, sendo negociados nesta quarta-feira a cerca de 25 dólares o barril, com a redução da demanda devido ao coronavírus e uma pressão da Arábia Saudita para aumentar a produção após o colapso de um acordo entre a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) e aliados para conter a oferta.


No último ajuste, a petroleira estatal reduziu o preço da gasolina em 9,5% e o do diesel em 6,5%, em 13 de março.


O chefe da área de óleo e gás da consultoria INTL FCStone, Thadeu Silva, pontuou que a janela de importação segue aberta, mesmo após o ajuste da petroleira.


“Segue a estratégia de suavizar os movimentos do mercado internacional, repassando aos poucos a queda, o que preserva a margem e evita novos reajustes no caso de uma retomada”, afirmou o especialista.


Os cortes de preços da petroleira estatal refletem a política que segue o princípio da paridade de importação, que leva em conta preços no mercado internacional mais os custos de importadores, como transporte e taxas portuárias, com impacto também do câmbio.


O repasse de ajustes dos combustíveis nas refinarias para o consumidor final nos postos não é imediato e depende de diversos fatores, como consumo de estoques, impostos, margens de distribuição e revenda e mistura de biocombustíveis.


(Fonte: Money Times)

19 mar 20 | 6h00 Por Jocimar Soares

Petrobras reduzirá o preço da gasolina em 12% e diesel em 7,5%

Último reajuste para baixo da estatal aconteceu no dia 13 desse mês.

Petrobras reduzirá o preço da gasolina em 12% e diesel em 7,5%

A Petrobras (PETR4; PETR3) reduzirá o preço médio da gasolina em suas refinarias em 12% e o do diesel em 7,5% a partir de quinta-feira, informou a petroleira à Reuters, em meio a um mergulho dos preços de petróleo e derivados por impactos da expansão do coronavírus e de uma guerra de preços entre grandes produtores.


Com os novos cortes, a queda acumulada de ambos os combustíveis da Petrobras –responsável por quase 100% da capacidade de refino do país– somará cerca de 30% em 2020, de acordo com informações da petroleira estatal e cálculos da Reuters.


Os preços do petróleo Brent já caíram mais de 60% neste ano, sendo negociados nesta quarta-feira a cerca de 25 dólares o barril, com a redução da demanda devido ao coronavírus e uma pressão da Arábia Saudita para aumentar a produção após o colapso de um acordo entre a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) e aliados para conter a oferta.


No último ajuste, a petroleira estatal reduziu o preço da gasolina em 9,5% e o do diesel em 6,5%, em 13 de março.


O chefe da área de óleo e gás da consultoria INTL FCStone, Thadeu Silva, pontuou que a janela de importação segue aberta, mesmo após o ajuste da petroleira.


“Segue a estratégia de suavizar os movimentos do mercado internacional, repassando aos poucos a queda, o que preserva a margem e evita novos reajustes no caso de uma retomada”, afirmou o especialista.


Os cortes de preços da petroleira estatal refletem a política que segue o princípio da paridade de importação, que leva em conta preços no mercado internacional mais os custos de importadores, como transporte e taxas portuárias, com impacto também do câmbio.


O repasse de ajustes dos combustíveis nas refinarias para o consumidor final nos postos não é imediato e depende de diversos fatores, como consumo de estoques, impostos, margens de distribuição e revenda e mistura de biocombustíveis.


(Fonte: Money Times)