Geral

18 out 19 | 14h58 Por Analu Slongo

Ministério da Agricultura Publica Normativa que permite retomada do projeto que recolhe carcaças

Sócio da CBRASA diz acreditar que agora as agroindústrias poderão se interessar mais em participar da operação

Ministério da Agricultura Publica Normativa que permite retomada do projeto que recolhe carcaças
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A ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina Correa da Costa, assinou a Instrução Normativa Nº 48, com data de 17 de outubro de 2019, que estabelece as regras sobre o recolhimento, transporte, processamento e destinação de animais mortos e resíduos da produção pecuária como alternativa para a sua eliminação nos estabelecimentos rurais.


A Normativa atende reivindicação das organizações envolvidas no Projeto Recolhe implantado na região Oeste de Santa Catarina. Desde o começo de maio, a CBRASA, empresa de Seara que processava as carcaças de animais mortos nas propriedades rurais, havia suspendido as operações por falta desta regulamentação.


A Instrução Normativa Nº 48 estabelece que os produtos gerados no processo de transformação podem ser utilizados como insumos na indústria química, energética, de adubo, biodiesel, higiene e limpeza. O produto final não pode ser destinado, no País, para a alimentação humana ou animal. A novidade é que a medida do Ministério da Agricultura autoriza a exportação do produto final “desde que atendidas as exigências estabelecidas pelo país de destino”.


O empresário Edson Argenton, do Conselho da CBRASA, disse a Belos FM no começo desta tarde de sexta-feira (18) que a equipe técnica vai analisar a Normativa e a partir dai serão definidos os próximos caminhos. O dado importante, segundo o sócio da CBRASA, é que o Projeto Recolhe poderá operar com suporte legal. Nesta nova condição, ele acredita que as agroindústrias poderão se interessar mais em participar da operação.


“O pilar que a gente vai ter que trabalhar é o pilar econômico. A parte legal e operacional está resolvida”, afirma Edson Argenton. A retomada das atividades da CBRASA, se acontecer, não será imediata. Como todos os funcionários foram demitidos e houve uma e desmobilização da frota, a projeção é que as atividades sejam reiniciadas em janeiro de 2020.


Fonte: Belos FM

18 out 19 | 14h58 Por Analu Slongo

Ministério da Agricultura Publica Normativa que permite retomada do projeto que recolhe carcaças

Sócio da CBRASA diz acreditar que agora as agroindústrias poderão se interessar mais em participar da operação

Ministério da Agricultura Publica Normativa que permite retomada do projeto que recolhe carcaças

A ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina Correa da Costa, assinou a Instrução Normativa Nº 48, com data de 17 de outubro de 2019, que estabelece as regras sobre o recolhimento, transporte, processamento e destinação de animais mortos e resíduos da produção pecuária como alternativa para a sua eliminação nos estabelecimentos rurais.


A Normativa atende reivindicação das organizações envolvidas no Projeto Recolhe implantado na região Oeste de Santa Catarina. Desde o começo de maio, a CBRASA, empresa de Seara que processava as carcaças de animais mortos nas propriedades rurais, havia suspendido as operações por falta desta regulamentação.


A Instrução Normativa Nº 48 estabelece que os produtos gerados no processo de transformação podem ser utilizados como insumos na indústria química, energética, de adubo, biodiesel, higiene e limpeza. O produto final não pode ser destinado, no País, para a alimentação humana ou animal. A novidade é que a medida do Ministério da Agricultura autoriza a exportação do produto final “desde que atendidas as exigências estabelecidas pelo país de destino”.


O empresário Edson Argenton, do Conselho da CBRASA, disse a Belos FM no começo desta tarde de sexta-feira (18) que a equipe técnica vai analisar a Normativa e a partir dai serão definidos os próximos caminhos. O dado importante, segundo o sócio da CBRASA, é que o Projeto Recolhe poderá operar com suporte legal. Nesta nova condição, ele acredita que as agroindústrias poderão se interessar mais em participar da operação.


“O pilar que a gente vai ter que trabalhar é o pilar econômico. A parte legal e operacional está resolvida”, afirma Edson Argenton. A retomada das atividades da CBRASA, se acontecer, não será imediata. Como todos os funcionários foram demitidos e houve uma e desmobilização da frota, a projeção é que as atividades sejam reiniciadas em janeiro de 2020.


Fonte: Belos FM