Geral

10 jun 24 | 10h39 Por Alisson Martins

Indústria de doces Peccin concede férias coletivas a 1,3 mil funcionários em Erechim

Empresa diz que aumento do preço da matéria-prima do chocolate agitou o mercado e espera que a situação se normalize nos próximos meses

Indústria de doces Peccin concede férias coletivas a 1,3 mil funcionários em Erechim
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Uma das maiores empresas alimentícias do norte gaúcho, a Peccin SA concedeu férias coletivas para 1,3 mil funcionários em Erechim. O motivo, segundo a empresa, é o aumento do preço do cacau, matéria-prima do chocolate, consequência do aumento no mercado global.

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Segundo a companhia, as férias coletivas são necessárias para ajustar os estoques. A empresa disse que previa um crescimento, mas o grande aumento do cacau "tumultuou" o mercado. A expectativa é que a situação se normalize nos próximos meses, afirmou a indústria.

A previsão do presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Alimentação de Erechim, Diego Lauer, é que as férias coletivas tenham duração de 15 dias a partir de julho, sem causar prejuízos para a empresa ou à cidade, disse.

Lauer também informou que é costume da empresa conceder férias coletivas para os funcionários. Segundo ele, além da situação do aumento no preço do cacau, muitos funcionários tinham férias a vencer e até mesmo atrasadas. 

O déficit na produção de cacau ocorre em todo o mundo e deve superar 400 mil toneladas do produto, segundo a Organização Internacional do Cacau (ICCO). A redução é puxada principalmente por questões climáticas na África, responsável por 54% da produção mundial. 


GZH - RS

10 jun 24 | 10h39 Por Alisson Martins

Indústria de doces Peccin concede férias coletivas a 1,3 mil funcionários em Erechim

Empresa diz que aumento do preço da matéria-prima do chocolate agitou o mercado e espera que a situação se normalize nos próximos meses

Indústria de doces Peccin concede férias coletivas a 1,3 mil funcionários em Erechim

Uma das maiores empresas alimentícias do norte gaúcho, a Peccin SA concedeu férias coletivas para 1,3 mil funcionários em Erechim. O motivo, segundo a empresa, é o aumento do preço do cacau, matéria-prima do chocolate, consequência do aumento no mercado global.

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Segundo a companhia, as férias coletivas são necessárias para ajustar os estoques. A empresa disse que previa um crescimento, mas o grande aumento do cacau "tumultuou" o mercado. A expectativa é que a situação se normalize nos próximos meses, afirmou a indústria.

A previsão do presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Alimentação de Erechim, Diego Lauer, é que as férias coletivas tenham duração de 15 dias a partir de julho, sem causar prejuízos para a empresa ou à cidade, disse.

Lauer também informou que é costume da empresa conceder férias coletivas para os funcionários. Segundo ele, além da situação do aumento no preço do cacau, muitos funcionários tinham férias a vencer e até mesmo atrasadas. 

O déficit na produção de cacau ocorre em todo o mundo e deve superar 400 mil toneladas do produto, segundo a Organização Internacional do Cacau (ICCO). A redução é puxada principalmente por questões climáticas na África, responsável por 54% da produção mundial. 


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