Esportes

30 mar 20 | 12h18 Por Jocimar Soares

Presidente do CAC está entre o grupo de dirigentes que está solicitando ajuda à CBF

Grupo, que representa 56 clubes de futebol do país, está pedindo auxílio de R$ 75 mil por dois meses à CBF.

Presidente do CAC está entre o grupo de dirigentes que está solicitando ajuda à CBF
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O presidente do Concórdia Atlético Clube, Jonas Guzzatto, está entre os 56 dirigentes de clubes de futebol do país que formalizaram uma carta pedindo uma mesada de R$ 75 mil à Confederação Brasileira de Futebol, CBF, por causa da paralisação dos estaduais em função da pandemia do coronavírus. A informação consta no site do Globoesporte.com.


A proposta é solicitar à CBF amparo por dois meses para atenuar os efeitos da paralisação por conta do coronavírus.


Conforme a matéria, a decisão foi tomada por meio de conferência virtual em um grupo de aplicativo de mensagens. Além do valor mensal de R$ 75 mil, os dirigentes pedem ainda isenção em taxas relativas às transações de atletas junto às federações locais e à Confederação Brasileira de Futebol.


CARTA DOS CLUBES DO BRASIL


Em conferência virtual realizada na tarde deste domingo, 29 de março de 2020, nós presidentes dos clubes abaixo relacionados pactuamos:


1 – A crise sanitária porque passa o Brasil em face da pandemia do Coronavírus é gravíssima com agudas consequências para todos os segmentos da sociedade, entre estes o futebol profissional;


2 – Os clubes brasileiros têm sido parceiros nas medidas de prevenção e combate ao coronavírus e consequentemente na preservação da vida e assim permanecerão adotando medidas baseadas na ciência seguindo orientação de profissionais de saúde, autoridades governamentais, sanitárias e instituições ligadas ao esporte;


3 – Os 250 clubes signatários desta carta, que disputam os campeonatos estaduais, todos com atividades paralisadas, são responsáveis por mais de 7,5 mil postos de trabalho diretos no país, razão pela qual reivindicamos apoio da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) no valor de R$ 75 mil mensais, por dois meses, para fazer face às despesas atinentes aos contratos em vigência;


4 – Isenção de taxas cobradas por Federações e CBF na inscrição de atletas, rescisões de contratos, taxa anual de clubes e outras taxas.

30 mar 20 | 12h18 Por Jocimar Soares

Presidente do CAC está entre o grupo de dirigentes que está solicitando ajuda à CBF

Grupo, que representa 56 clubes de futebol do país, está pedindo auxílio de R$ 75 mil por dois meses à CBF.

Presidente do CAC está entre o grupo de dirigentes que está solicitando ajuda à CBF

O presidente do Concórdia Atlético Clube, Jonas Guzzatto, está entre os 56 dirigentes de clubes de futebol do país que formalizaram uma carta pedindo uma mesada de R$ 75 mil à Confederação Brasileira de Futebol, CBF, por causa da paralisação dos estaduais em função da pandemia do coronavírus. A informação consta no site do Globoesporte.com.


A proposta é solicitar à CBF amparo por dois meses para atenuar os efeitos da paralisação por conta do coronavírus.


Conforme a matéria, a decisão foi tomada por meio de conferência virtual em um grupo de aplicativo de mensagens. Além do valor mensal de R$ 75 mil, os dirigentes pedem ainda isenção em taxas relativas às transações de atletas junto às federações locais e à Confederação Brasileira de Futebol.


CARTA DOS CLUBES DO BRASIL


Em conferência virtual realizada na tarde deste domingo, 29 de março de 2020, nós presidentes dos clubes abaixo relacionados pactuamos:


1 – A crise sanitária porque passa o Brasil em face da pandemia do Coronavírus é gravíssima com agudas consequências para todos os segmentos da sociedade, entre estes o futebol profissional;


2 – Os clubes brasileiros têm sido parceiros nas medidas de prevenção e combate ao coronavírus e consequentemente na preservação da vida e assim permanecerão adotando medidas baseadas na ciência seguindo orientação de profissionais de saúde, autoridades governamentais, sanitárias e instituições ligadas ao esporte;


3 – Os 250 clubes signatários desta carta, que disputam os campeonatos estaduais, todos com atividades paralisadas, são responsáveis por mais de 7,5 mil postos de trabalho diretos no país, razão pela qual reivindicamos apoio da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) no valor de R$ 75 mil mensais, por dois meses, para fazer face às despesas atinentes aos contratos em vigência;


4 – Isenção de taxas cobradas por Federações e CBF na inscrição de atletas, rescisões de contratos, taxa anual de clubes e outras taxas.