Esportes

07 out 19 | 10h51 Por Jocimar Soares

Darlan Romani fica em quarto no Mundial de Doha

Concordiense queimou as duas últimas tentativas.

Darlan  Romani fica em quarto no Mundial de Doha
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O brasileiro Darlan Romani (Pinheiros) foi um dos protagonistas da final mais forte do arremesso do peso em um Mundial de Atletismo e ficou sem medalha na última rodada. Darlan fez uma excelente prova, foi consistente - arremessou 21,61 m, 22,53 m, 22,03 m e 22,13 m (queimou as duas últimas tentativas) -, mas terminou em quarto lugar.


Darlan, de 28 anos, nascido em Concórdia, Santa Catarina, duelou com o norte-americano Rayn Crouse, campeão olímpico no Rio-2016, e o neozelandês Tomas Walsh, campeão mundial em Londres-2017, até o quinto arremesso. E com a marca de 22,53 m tinha o terceiro lugar no pódio até o norte-americano Joe Kovacs, que vinha em quarto lugar e não tinha arremessado ainda acima de 22 m, surpreender e ficar com a medalha de ouro, com a incrível marca de 22,91 m na sua última tentativa - recorde do campeonato.


Rayn Crouse ganhou a medalha de prata, com 22,90 m, também no último arremesso, sua melhor marca pessoal. Tomas Walsh, da Nova Zelândia, levou o bronze, com 22,90 m, na sua primeira e única tentativa válida na prova - recorde da Oceania.


"Não tem muito o que falar, mas amanhã a batalha continua e a gente sabe que tem de trabalhar mais ainda para chegar nessas marcas", disse Darlan. "Eu estava tranquilo porque o que a gente tinha planificado para o ano (com o treinador Justo Navarro) era arremessar acima de 22 m no Pan e de 22,50 m no Mundial. E deu certinho. Ficar fora do pódio com 22,53 m? Incrível! Meu treinador falou que 22,50 m seria medalha no Mundial. Quem diria, 22,90 m! Mas...vamos em frente", acrescentou Darlan, que tem como melhor marca pessoal 22,61 m, o recorde sul-americano, obtido na etapa de Stanford da Liga Diamante, realizada em 30 de junho.


Mas Darlan disse que ainda pode evoluir e agradeceu o apoio de seus patrocinadores e apoiadores, do COB e CBAt, da mulher Sara, da filha Alice, da mãe, do irmão, do treinador e agradeceu a torcida brasileira. "Queria muito levar uma medalha para casa, o nosso Brasil merece, precisava de uma medalha, mas infelizmente não deu, mesmo com 22,53 m."


(Confederação Brasileira de Atletismo)

07 out 19 | 10h51 Por Jocimar Soares

Darlan Romani fica em quarto no Mundial de Doha

Concordiense queimou as duas últimas tentativas.

Darlan  Romani fica em quarto no Mundial de Doha

O brasileiro Darlan Romani (Pinheiros) foi um dos protagonistas da final mais forte do arremesso do peso em um Mundial de Atletismo e ficou sem medalha na última rodada. Darlan fez uma excelente prova, foi consistente - arremessou 21,61 m, 22,53 m, 22,03 m e 22,13 m (queimou as duas últimas tentativas) -, mas terminou em quarto lugar.


Darlan, de 28 anos, nascido em Concórdia, Santa Catarina, duelou com o norte-americano Rayn Crouse, campeão olímpico no Rio-2016, e o neozelandês Tomas Walsh, campeão mundial em Londres-2017, até o quinto arremesso. E com a marca de 22,53 m tinha o terceiro lugar no pódio até o norte-americano Joe Kovacs, que vinha em quarto lugar e não tinha arremessado ainda acima de 22 m, surpreender e ficar com a medalha de ouro, com a incrível marca de 22,91 m na sua última tentativa - recorde do campeonato.


Rayn Crouse ganhou a medalha de prata, com 22,90 m, também no último arremesso, sua melhor marca pessoal. Tomas Walsh, da Nova Zelândia, levou o bronze, com 22,90 m, na sua primeira e única tentativa válida na prova - recorde da Oceania.


"Não tem muito o que falar, mas amanhã a batalha continua e a gente sabe que tem de trabalhar mais ainda para chegar nessas marcas", disse Darlan. "Eu estava tranquilo porque o que a gente tinha planificado para o ano (com o treinador Justo Navarro) era arremessar acima de 22 m no Pan e de 22,50 m no Mundial. E deu certinho. Ficar fora do pódio com 22,53 m? Incrível! Meu treinador falou que 22,50 m seria medalha no Mundial. Quem diria, 22,90 m! Mas...vamos em frente", acrescentou Darlan, que tem como melhor marca pessoal 22,61 m, o recorde sul-americano, obtido na etapa de Stanford da Liga Diamante, realizada em 30 de junho.


Mas Darlan disse que ainda pode evoluir e agradeceu o apoio de seus patrocinadores e apoiadores, do COB e CBAt, da mulher Sara, da filha Alice, da mãe, do irmão, do treinador e agradeceu a torcida brasileira. "Queria muito levar uma medalha para casa, o nosso Brasil merece, precisava de uma medalha, mas infelizmente não deu, mesmo com 22,53 m."


(Confederação Brasileira de Atletismo)