Coronavírus

10 jun 21 | 10h18 Por Cristiano Mortari

Representante da Educação contesta boatos de que a categoria deixou de tomar as vacinas em Concórdia

Em ações de vacinação sobraram doses, mas segundo a coordenadora regional do Sinte, Ingrid Fiorentin, não é falta de procura por parte dos servidores

Representante da Educação contesta boatos de que a categoria deixou de tomar as vacinas em Concórdia
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Ainda no mês passado o Estado de Santa Catarina iniciou a vacinação contra a Covid-19 para profissionais da Educação. Eles foram divididos em grupos para receber as vacinas. Em Concórdia já houve ações de imunização para a categoria e o que tem chamado a atenção, é que quando os profissionais foram convocados, sobraram doses. Algumas pessoas têm questionado isso em redes sociais, acreditando que há falta de procura por parte da classe. O assunto gerou polêmica, mas segundo o Sindicato dos Trabalhadores em Educação, Sinte, isso não passa de boato.

 

A vereadora e professora Ingrid Fiorentin, que é coordenadora do Sinte na Regional de Concórdia, participou do Jornal Primeira Hora da Aliança FM na manhã desta quinta-feira, dia 10. Ela relatou que há vários motivos que causam a impressão de que os profissionais de Educação deixaram de buscar a vacina, mas afirmou que isso não aconteceu. “A grande maioria dos trabalhadores da Educação buscou se vacinar sim. É importante observar os números e algumas questões. Em Concórdia, a estimativa é de que 2.217 profissionais atuem na Educação. Destes, muitos receberam a vacina antes, com os grupos prioritários, pois têm comorbidades, algum tipo de doença crônica ou estão acima dos 60 anos”, destacou. “Também temos os profissionais que pegaram a Covid-19, foram afastados e não puderam ser vacinados agora. Também há os que tomaram a vacina contra a H1N1 e precisam aguardar o período indicado pelos órgãos de Saúde para receber a vacina da Covid-19”, explicou.

 

Segundo a coordenadora regional do Sinte, cerca de 70% dos profissionais da Educação de Concórdia já estão imunizados, pelo menos com a primeira dose. “Temos 1.550 pessoas vacinadas, isso representa cerca de 70% da categoria. Dentre os 30% que ainda faltam, há alguns nestes grupos prioritários e dos que não podem ser imunizados agora”, ressaltou Ingrid.

 

A professora também solicitou que as pessoas tenham mais cautela ao fazer comentários em redes sociais. “Os ataques que recebemos nos últimos dias, que afirmam que os profissionais não querem se vacinar, são infundados. Trabalho em uma das maiores escolas da Regional, e lá temos só um ou dois que ainda não se vacinaram. É preciso avaliar estas questões que citei e os números também, antes de comentar assuntos em redes sociais. Já faz um ano e meio que buscamos a vacina, sabemos do apoio da comunidade para que os educadores fossem vacinados, pela importância do nosso trabalho para a sociedade. O profissional da Educação está todo dia em contato direto com crianças e com adolescente”, lembrou. “Nossa categoria é consciente e tem alegria por poder ser vacinada”, finalizou.

 

Nota de esclarecimento:

O Sindicato dos Servidores Municipais de Concórdia e Região, SSMCR, também encaminhou uma nota à imprensa na manhã desta quinta-feira, dia 10, com esclarecimentos sobre o assunto: Clique para ler a nota na íntegra:


10 jun 21 | 10h18 Por Cristiano Mortari

Representante da Educação contesta boatos de que a categoria deixou de tomar as vacinas em Concórdia

Em ações de vacinação sobraram doses, mas segundo a coordenadora regional do Sinte, Ingrid Fiorentin, não é falta de procura por parte dos servidores

Representante da Educação contesta boatos de que a categoria deixou de tomar as vacinas em Concórdia

Ainda no mês passado o Estado de Santa Catarina iniciou a vacinação contra a Covid-19 para profissionais da Educação. Eles foram divididos em grupos para receber as vacinas. Em Concórdia já houve ações de imunização para a categoria e o que tem chamado a atenção, é que quando os profissionais foram convocados, sobraram doses. Algumas pessoas têm questionado isso em redes sociais, acreditando que há falta de procura por parte da classe. O assunto gerou polêmica, mas segundo o Sindicato dos Trabalhadores em Educação, Sinte, isso não passa de boato.

 

A vereadora e professora Ingrid Fiorentin, que é coordenadora do Sinte na Regional de Concórdia, participou do Jornal Primeira Hora da Aliança FM na manhã desta quinta-feira, dia 10. Ela relatou que há vários motivos que causam a impressão de que os profissionais de Educação deixaram de buscar a vacina, mas afirmou que isso não aconteceu. “A grande maioria dos trabalhadores da Educação buscou se vacinar sim. É importante observar os números e algumas questões. Em Concórdia, a estimativa é de que 2.217 profissionais atuem na Educação. Destes, muitos receberam a vacina antes, com os grupos prioritários, pois têm comorbidades, algum tipo de doença crônica ou estão acima dos 60 anos”, destacou. “Também temos os profissionais que pegaram a Covid-19, foram afastados e não puderam ser vacinados agora. Também há os que tomaram a vacina contra a H1N1 e precisam aguardar o período indicado pelos órgãos de Saúde para receber a vacina da Covid-19”, explicou.

 

Segundo a coordenadora regional do Sinte, cerca de 70% dos profissionais da Educação de Concórdia já estão imunizados, pelo menos com a primeira dose. “Temos 1.550 pessoas vacinadas, isso representa cerca de 70% da categoria. Dentre os 30% que ainda faltam, há alguns nestes grupos prioritários e dos que não podem ser imunizados agora”, ressaltou Ingrid.

 

A professora também solicitou que as pessoas tenham mais cautela ao fazer comentários em redes sociais. “Os ataques que recebemos nos últimos dias, que afirmam que os profissionais não querem se vacinar, são infundados. Trabalho em uma das maiores escolas da Regional, e lá temos só um ou dois que ainda não se vacinaram. É preciso avaliar estas questões que citei e os números também, antes de comentar assuntos em redes sociais. Já faz um ano e meio que buscamos a vacina, sabemos do apoio da comunidade para que os educadores fossem vacinados, pela importância do nosso trabalho para a sociedade. O profissional da Educação está todo dia em contato direto com crianças e com adolescente”, lembrou. “Nossa categoria é consciente e tem alegria por poder ser vacinada”, finalizou.

 

Nota de esclarecimento:

O Sindicato dos Servidores Municipais de Concórdia e Região, SSMCR, também encaminhou uma nota à imprensa na manhã desta quinta-feira, dia 10, com esclarecimentos sobre o assunto: Clique para ler a nota na íntegra: