Coronavírus

14 abr 21 | 9h43 Por Jocimar Soares

Novo decreto estadual limita competições esportivas, mas flexibiliza a prática no nível gravíssimo

Portaria conjunta entre Secretaria de Estado da Saúde e Fesporte foi publicada nesta semana

Novo decreto estadual limita competições esportivas, mas flexibiliza a prática no nível gravíssimo
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Conforme já amplamente divulgado, a Secretaria de Estado da Saúde publicou nesta semana uma portaria conjunta com a Fundação Catarinense de Esporte, Fesporte, para orientar empreendedores, trabalhadores, autoridades de saúde e população quanto às medidas para práticas esportivas, de acordo com as ações de combate à covid-19. As medidas não atingem eventos profissionais, como os de futebol. 


O regramento varia de acordo com a situação sanitária de cada uma das regiões do estado, que é mensurada através dos níveis gravíssimo, grave, alto e moderado.


Desde o começo desse ano, o Alto Uruguai de Santa Catarina está no nível gravíssimo para transmissão do coronavírus, representado pela cor vermelha, no mapa.


Baseado nisso, conforme essa nova Portaria, no esporte de rendimento, que é a prática desportiva nacional ou internacional com a finalidade de obter resultados, estão proibidas todas as modalidades, com exceção de equipes de competição a nível nacional, quando autorizadas pela Fesporte.


Para treinamento no esporte de rendimento estão autorizadas o seu desenvolvimento em ambientes externos para modalidades individuais sem contato direto, em que os praticantes permanecem afastados uns dos outros de maneira que não haja contato físico entre eles em nenhum momento, tais como atletismo, canoagem, ciclismo, golfe, ginástica, xadrez, bocha, bolão 16, bolão 23, halterofilismo, surf, bodyboard, skate, escalada esportiva, triathlon, pentatlo moderno, hipismo, esgrima, badminton, remo, vela, tênis de mesa, beach tênis, natação, squash, paddle, patinação, dança individual, rafting, esqui aquático, equitação rapel, voo com asa delta, parapente ou balão. 


Para o chamado esporte de participação e lazer, que é a a atividade desportiva desenvolvida de forma voluntária, contribuindo na promoção da saúde e integração social dos praticantes, as competições também estão proibidas. Para a prática, são permitidas somente as modalidades já mencionadas em ambientes externos. Nos internos, a limitação será de até 25% da capacidade operativa do estabelecimento.


No Esporte educacional, que é atividade desportiva realizada nos sistemas de ensino e em formas assistemáticas de educação, as competições também seguem proibidas. Nesse caso, está permitido o treinamento para todas as modalidades coletivas e individuais em ambientes internos, com limite de 25% da capacidade operativa do ambiente de ensino.


Em todos esses casos, a presença de público continua proibida.


14 abr 21 | 9h43 Por Jocimar Soares

Novo decreto estadual limita competições esportivas, mas flexibiliza a prática no nível gravíssimo

Portaria conjunta entre Secretaria de Estado da Saúde e Fesporte foi publicada nesta semana

Novo decreto estadual limita competições esportivas, mas flexibiliza a prática no nível gravíssimo

Conforme já amplamente divulgado, a Secretaria de Estado da Saúde publicou nesta semana uma portaria conjunta com a Fundação Catarinense de Esporte, Fesporte, para orientar empreendedores, trabalhadores, autoridades de saúde e população quanto às medidas para práticas esportivas, de acordo com as ações de combate à covid-19. As medidas não atingem eventos profissionais, como os de futebol. 


O regramento varia de acordo com a situação sanitária de cada uma das regiões do estado, que é mensurada através dos níveis gravíssimo, grave, alto e moderado.


Desde o começo desse ano, o Alto Uruguai de Santa Catarina está no nível gravíssimo para transmissão do coronavírus, representado pela cor vermelha, no mapa.


Baseado nisso, conforme essa nova Portaria, no esporte de rendimento, que é a prática desportiva nacional ou internacional com a finalidade de obter resultados, estão proibidas todas as modalidades, com exceção de equipes de competição a nível nacional, quando autorizadas pela Fesporte.


Para treinamento no esporte de rendimento estão autorizadas o seu desenvolvimento em ambientes externos para modalidades individuais sem contato direto, em que os praticantes permanecem afastados uns dos outros de maneira que não haja contato físico entre eles em nenhum momento, tais como atletismo, canoagem, ciclismo, golfe, ginástica, xadrez, bocha, bolão 16, bolão 23, halterofilismo, surf, bodyboard, skate, escalada esportiva, triathlon, pentatlo moderno, hipismo, esgrima, badminton, remo, vela, tênis de mesa, beach tênis, natação, squash, paddle, patinação, dança individual, rafting, esqui aquático, equitação rapel, voo com asa delta, parapente ou balão. 


Para o chamado esporte de participação e lazer, que é a a atividade desportiva desenvolvida de forma voluntária, contribuindo na promoção da saúde e integração social dos praticantes, as competições também estão proibidas. Para a prática, são permitidas somente as modalidades já mencionadas em ambientes externos. Nos internos, a limitação será de até 25% da capacidade operativa do estabelecimento.


No Esporte educacional, que é atividade desportiva realizada nos sistemas de ensino e em formas assistemáticas de educação, as competições também seguem proibidas. Nesse caso, está permitido o treinamento para todas as modalidades coletivas e individuais em ambientes internos, com limite de 25% da capacidade operativa do ambiente de ensino.


Em todos esses casos, a presença de público continua proibida.