Coronavírus

09 set 20 | 11h23 Por Jocimar Soares

Microrregião da Amauc permanece mais uma semana como "Risco Grave"

Mapa de risco do Estado mostra que diminuiu o número de regiões em situação gravíssima, de cinco para três

Microrregião da Amauc permanece mais uma semana como "Risco Grave"
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A microrregião do Alto Uruguai Catarinense permanece por mais uma semana na condição de "Risco Grave" para a transmissão do coronavírus. O Boletim foi divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde nesta quarta-feira, dia 9. A microrregião permanece nessa condição desde o dia 19 de agosto.


Por outro lado, caiu de cinco para três o número de regionais de saúde em situação "Gravíssima" para transmissão da doença da última semana para esta. Permanecem nessa escala as regionais de saúde de Laguna, Alto Vale do Rio do Peixe e Nordeste. A regional do Extremo Oeste caiu de risco grave para o alto.


Para realizar a avaliação, o governo do Estado leva em consideração os índices de casos ativos e recuperados, incidência, letalidade e velocidade de avanço do vírus.


Conforme cada classificação, os gestores são orientados a seguir uma série de ações, que variam desde o reforço nas medidas de isolamento social, aumento na testagem e isolamento de casos, reorganização dos fluxos assistenciais, e ampliação de leitos.

09 set 20 | 11h23 Por Jocimar Soares

Microrregião da Amauc permanece mais uma semana como "Risco Grave"

Mapa de risco do Estado mostra que diminuiu o número de regiões em situação gravíssima, de cinco para três

Microrregião da Amauc permanece mais uma semana como "Risco Grave"

A microrregião do Alto Uruguai Catarinense permanece por mais uma semana na condição de "Risco Grave" para a transmissão do coronavírus. O Boletim foi divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde nesta quarta-feira, dia 9. A microrregião permanece nessa condição desde o dia 19 de agosto.


Por outro lado, caiu de cinco para três o número de regionais de saúde em situação "Gravíssima" para transmissão da doença da última semana para esta. Permanecem nessa escala as regionais de saúde de Laguna, Alto Vale do Rio do Peixe e Nordeste. A regional do Extremo Oeste caiu de risco grave para o alto.


Para realizar a avaliação, o governo do Estado leva em consideração os índices de casos ativos e recuperados, incidência, letalidade e velocidade de avanço do vírus.


Conforme cada classificação, os gestores são orientados a seguir uma série de ações, que variam desde o reforço nas medidas de isolamento social, aumento na testagem e isolamento de casos, reorganização dos fluxos assistenciais, e ampliação de leitos.