Coronavírus

26 mar 20 | 6h00 Por Jocimar Soares

CDL Concórdia demonstra preocupação com a saúde e também com a economia

Quarentena foi prorrogada até o dia 31 de março, através de novo Decreto Estadual.

CDL Concórdia demonstra preocupação com a saúde e também com a economia
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Após o anúncio de isolamento social por mais sete dias pelo governo de Santa Catarina que começa nesta quarta-feira (25/03) e segue até na próxima terça-feira (31) a CDL Concórdia confirma primeiro a preocupação com a saúde pública e ainda com a economia do país.


“Precisamos encontrar alternativas para evitarmos sim primeiro uma epidemia e um colapso na saúde pública, mas também ações concretas para amenizar os efeitos econômicos. O momento é de evitarmos aglomerações mantendo a saúde de todos conforme determina o decreto”, avalia o presidente da entidade, Rogério Cecchin.


A entidade vem trabalhando através do sistema home office com uma equipe formada por profissionais da área jurídica, da comunicação, financeiro e gestão, inclusive um Comitê de Crise analisa diariamente as estratégias.


"Estamos unidos com todo o sistema varejista, industrial e empresarial formado pela nossa FCDL/SC, FACISC e Fecomércio que inclusive emitiram um ofício para o governador, para que ele se sensibilize para que a gente consiga colocar nossa opinião com alguns serviços que possam ser abertos e sim respeitando as medidas de segurança para o não contagio da doença. Na lista dos setores estão oficinas mecânicas, lavanderia, material de construção e atividades imobiliárias. A entidade tem sim preocupação com o fechamento de postos de trabalho. O que nós queremos é voltar à normalidade seguindo sim as orientações do Ministério da Saúde com cuidados em todos os aspectos”.


Cecchin também afirma que nesta situação é primordial o alinhamento dos governos municipais, estaduais e federal. “Só vamos conseguir amenizar os impactos com a união de todos os poderes, precisamos sobretudo sair de uma crise humanitária e das consequências para a economia. As medidas econômicas anunciadas ainda estão longe e até lá precisamos encontrar maneiras de reabrir os negócios em segurança e com a cautela que o momento exige”, finaliza.


(Fonte: Fabiana Passarin/Ascom/CDL)

26 mar 20 | 6h00 Por Jocimar Soares

CDL Concórdia demonstra preocupação com a saúde e também com a economia

Quarentena foi prorrogada até o dia 31 de março, através de novo Decreto Estadual.

CDL Concórdia demonstra preocupação com a saúde e também com a economia

Após o anúncio de isolamento social por mais sete dias pelo governo de Santa Catarina que começa nesta quarta-feira (25/03) e segue até na próxima terça-feira (31) a CDL Concórdia confirma primeiro a preocupação com a saúde pública e ainda com a economia do país.


“Precisamos encontrar alternativas para evitarmos sim primeiro uma epidemia e um colapso na saúde pública, mas também ações concretas para amenizar os efeitos econômicos. O momento é de evitarmos aglomerações mantendo a saúde de todos conforme determina o decreto”, avalia o presidente da entidade, Rogério Cecchin.


A entidade vem trabalhando através do sistema home office com uma equipe formada por profissionais da área jurídica, da comunicação, financeiro e gestão, inclusive um Comitê de Crise analisa diariamente as estratégias.


"Estamos unidos com todo o sistema varejista, industrial e empresarial formado pela nossa FCDL/SC, FACISC e Fecomércio que inclusive emitiram um ofício para o governador, para que ele se sensibilize para que a gente consiga colocar nossa opinião com alguns serviços que possam ser abertos e sim respeitando as medidas de segurança para o não contagio da doença. Na lista dos setores estão oficinas mecânicas, lavanderia, material de construção e atividades imobiliárias. A entidade tem sim preocupação com o fechamento de postos de trabalho. O que nós queremos é voltar à normalidade seguindo sim as orientações do Ministério da Saúde com cuidados em todos os aspectos”.


Cecchin também afirma que nesta situação é primordial o alinhamento dos governos municipais, estaduais e federal. “Só vamos conseguir amenizar os impactos com a união de todos os poderes, precisamos sobretudo sair de uma crise humanitária e das consequências para a economia. As medidas econômicas anunciadas ainda estão longe e até lá precisamos encontrar maneiras de reabrir os negócios em segurança e com a cautela que o momento exige”, finaliza.


(Fonte: Fabiana Passarin/Ascom/CDL)