Coronavírus

20 nov 20 | 6h45 Por Jocimar Soares

Amauc questiona critérios e pede a habilitação de novos leitos de UTI

Assunto foi discutido durante assembleia da entidade na quinta-feira, dia 19

Amauc questiona critérios e pede a habilitação de novos leitos de UTI
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A Associação dos Municípios do Alto Uruguai de Santa Catarina voltou a se manifestar sobre a reinclusão da microrregião no status sanitário considerado "gravíssimo" no mapa de risco de Santa Catarina. Conforme informado pela Rádio Aliança, nesta semana, depois de quase três meses, a região voltou a ocupar a situação considerada a pior no cenário da pandemia.


O assunto ecoou na Câmara de Vereadores e em vários setores da sociedade. Tanto é que a questão foi tratada na Câmara de Vereadores no dia de ontem.


Os prefeitos que congregam a Associação dos Municípios do Alto Uruguai de Santa Catarina fizeram uma assembleia no dia de ontem. Nelas, os mandatários dos Executivos municipais da região estão solicitando o credenciamento de mais leitos de UTI do Hospital São Francisco - hospital referência da região - para tratamento de pacientes com covid na região. Os prefeitos também lamentam e questionam os critérios que foram utilizados para reinserir a região nessa condição sanitária.


Nota


Os Prefeitos e Prefeitas que integram a Associação dos Municípios do Alto Uruguai Catarinense – AMAUC, vem a público manifestar preocupação e indignação em relação ao Mapa de Risco COVID -19 publicado pela Secretaria de Estado da Saúde, no último dia 18, no qual a região da AMAUC foi classificada no Risco Potencial Gravíssimo.

Desnecessário frisar que a classificação no Risco GRAVÍSSIMO prejudica os setores econômicos da região, a utilização de espaços públicos, entre outras atividades que voltaram a sofrer restrições em razão desta classificação.


A região da AMAUC, desde o início da pandemia, tem adotado medidas restritivas em comum acordo entre os municípios, visando conter o avanço e a disseminação dos casos da COVID-19, seguindo rigidamente as determinações previstas nas Portarias SES, que disciplinam o funcionamento das mais diversas atividades. 


As medidas restritivas adotadas aliadas à disponibilização de testagem da COVID-19 de forma ampla para a população têm colaborado na identificação para que possíveis casos sejam tratados e isolados com a devida antecedência, evitando internações hospitalares, especialmente o uso de Leitos de UTI SUS exclusivo COVID-19. No entanto, esse excelente trabalho conjunto entre municípios da AMAUC e Hospital São Francisco ao invés de ser reconhecido pelo Governo do Estado e o Governo Federal, foi penalizado com a desabilitação na ordem de 70% (setenta por cento) dos Leitos UTI SUS exclusivo COVID-19. Dos 16 leitos disponíveis passou a contar apenas com 5 leitos, enquanto que as demais regiões do Estado as desabilitações sofreram queda de um percentual de 40% (quarenta por cento), em média.


Por consequência, devido a forma utilizada para a classificação da Matriz de Risco, onde a disponibilidade de leitos UTI SUS exclusivo COVID-19 pontua de forma significativa, a região está sendo penalizada, mesmo com os índices de registros de casos menor que outras regiões do Estado, que estavam na classificação Gravíssima e passaram para classificação Grave, pela manutenção dos Leitos UTI SUS exclusivo COVID -19, inclusive com a habilitação de novos leitos.


Por fim, a AMAUC reivindica ao Governo do Estado que interceda com a maior urgência possível junto ao Ministério da Saúde para recredenciamento de Leitos de UTI SUS exclusivo Covid-19, para o Hospital São Francisco de Concórdia, possibilitando que a região fique em uma classificação justa no Mapa de Risco semanal. Ao mesmo tempo, solicita às autoridades que representam a região, Deputados Estaduais, Deputados Federais e Senadores, especial atenção ao pleito da região da AMAUC, pois como já destacado, a região se sente penalizada pelo excelente trabalho realizado por todos os órgãos de saúde e a colaboração da população que, de forma consciente, estão atentos às medidas e cuidados necessários para o controle da pandemia na região.

20 nov 20 | 6h45 Por Jocimar Soares

Amauc questiona critérios e pede a habilitação de novos leitos de UTI

Assunto foi discutido durante assembleia da entidade na quinta-feira, dia 19

Amauc questiona critérios e pede a habilitação de novos leitos de UTI

A Associação dos Municípios do Alto Uruguai de Santa Catarina voltou a se manifestar sobre a reinclusão da microrregião no status sanitário considerado "gravíssimo" no mapa de risco de Santa Catarina. Conforme informado pela Rádio Aliança, nesta semana, depois de quase três meses, a região voltou a ocupar a situação considerada a pior no cenário da pandemia.


O assunto ecoou na Câmara de Vereadores e em vários setores da sociedade. Tanto é que a questão foi tratada na Câmara de Vereadores no dia de ontem.


Os prefeitos que congregam a Associação dos Municípios do Alto Uruguai de Santa Catarina fizeram uma assembleia no dia de ontem. Nelas, os mandatários dos Executivos municipais da região estão solicitando o credenciamento de mais leitos de UTI do Hospital São Francisco - hospital referência da região - para tratamento de pacientes com covid na região. Os prefeitos também lamentam e questionam os critérios que foram utilizados para reinserir a região nessa condição sanitária.


Nota


Os Prefeitos e Prefeitas que integram a Associação dos Municípios do Alto Uruguai Catarinense – AMAUC, vem a público manifestar preocupação e indignação em relação ao Mapa de Risco COVID -19 publicado pela Secretaria de Estado da Saúde, no último dia 18, no qual a região da AMAUC foi classificada no Risco Potencial Gravíssimo.

Desnecessário frisar que a classificação no Risco GRAVÍSSIMO prejudica os setores econômicos da região, a utilização de espaços públicos, entre outras atividades que voltaram a sofrer restrições em razão desta classificação.


A região da AMAUC, desde o início da pandemia, tem adotado medidas restritivas em comum acordo entre os municípios, visando conter o avanço e a disseminação dos casos da COVID-19, seguindo rigidamente as determinações previstas nas Portarias SES, que disciplinam o funcionamento das mais diversas atividades. 


As medidas restritivas adotadas aliadas à disponibilização de testagem da COVID-19 de forma ampla para a população têm colaborado na identificação para que possíveis casos sejam tratados e isolados com a devida antecedência, evitando internações hospitalares, especialmente o uso de Leitos de UTI SUS exclusivo COVID-19. No entanto, esse excelente trabalho conjunto entre municípios da AMAUC e Hospital São Francisco ao invés de ser reconhecido pelo Governo do Estado e o Governo Federal, foi penalizado com a desabilitação na ordem de 70% (setenta por cento) dos Leitos UTI SUS exclusivo COVID-19. Dos 16 leitos disponíveis passou a contar apenas com 5 leitos, enquanto que as demais regiões do Estado as desabilitações sofreram queda de um percentual de 40% (quarenta por cento), em média.


Por consequência, devido a forma utilizada para a classificação da Matriz de Risco, onde a disponibilidade de leitos UTI SUS exclusivo COVID-19 pontua de forma significativa, a região está sendo penalizada, mesmo com os índices de registros de casos menor que outras regiões do Estado, que estavam na classificação Gravíssima e passaram para classificação Grave, pela manutenção dos Leitos UTI SUS exclusivo COVID -19, inclusive com a habilitação de novos leitos.


Por fim, a AMAUC reivindica ao Governo do Estado que interceda com a maior urgência possível junto ao Ministério da Saúde para recredenciamento de Leitos de UTI SUS exclusivo Covid-19, para o Hospital São Francisco de Concórdia, possibilitando que a região fique em uma classificação justa no Mapa de Risco semanal. Ao mesmo tempo, solicita às autoridades que representam a região, Deputados Estaduais, Deputados Federais e Senadores, especial atenção ao pleito da região da AMAUC, pois como já destacado, a região se sente penalizada pelo excelente trabalho realizado por todos os órgãos de saúde e a colaboração da população que, de forma consciente, estão atentos às medidas e cuidados necessários para o controle da pandemia na região.