Concórdia

13 jan 21 | 13h50 Por Cristiano Mortari

Vereador Simioni protocola indicação que propõe fundo de crédito para micro e pequenas empresas

Objetivo é auxiliar empresários de Concórdia na retomada da economia. Projeto ainda precisa ser apreciado e votado

Vereador Simioni protocola indicação que propõe fundo de crédito para micro e pequenas empresas
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O vereador de Concórdia Wagner Simioni, eleito em novembro, protocolou a primeira indicação no Legislativo Municipal. Ele sugere a criação de um fundo garantidor de crédito aos micro e pequenos empresários de Concórdia.


Em entrevista à Aliança FM, Simioni destacou que o objetivo é auxiliar os empresários na tomada de empréstimos junto às instituições financeiras. “A indicação vem no sentido de facilitar aos empresários, o acesso ao crédito financeiro. A gente sabe que a mensuração de risco e as exigências das agências financiadoras são muitas e por vezes dificulta a liberação de dinheiro. A nossa proposta é que a Prefeitura avalie a possibilidade de criar esse fundo de crédito, para dar o suporte às micro e pequenas empresas, que são responsáveis pela geração de mais de 60% dos empregos no Brasil, e em Concórdia não é diferente”, destacou. “A presença das micro e pequenas empresas é muito grande em nosso município e queremos fortalecer este segmento, proporcionando uma retomada na economia, que foi fortemente agredida pela pandemia. É uma ação inovadora, e se aprovada, será uma das primeiras no Brasil”, argumentou Simioni.


As Sessões da Câmara ainda não iniciaram em 2021 e a indicação de Wagner Simioni ainda vai ser apreciada pelos vereadores. Se aprovada será encaminhada ao Executivo.


Como funcionará o projeto se for aprovado na Câmara e sancionado pelo Executivo:

A Prefeitura disponibiliza um valor, não diretamente ao empresário, mas sim, a uma agência financiadora, como um banco, por exemplo. Esse valor fica disponível em um “fundo de crédito” como garantia ao financiador. O empresário, que normalmente precisa deixar bens em garantia, não precisaria alienar casas, terreno ou veículos, caso não tenha estes bens disponíveis. O valor do “fundo de crédito” é que “avaliza” parte do empréstimo ao empreendedor. Quem analisa e define se é possível disponibilizar o crédito ou não, é a instituição financeira.






13 jan 21 | 13h50 Por Cristiano Mortari

Vereador Simioni protocola indicação que propõe fundo de crédito para micro e pequenas empresas

Objetivo é auxiliar empresários de Concórdia na retomada da economia. Projeto ainda precisa ser apreciado e votado

Vereador Simioni protocola indicação que propõe fundo de crédito para micro e pequenas empresas

O vereador de Concórdia Wagner Simioni, eleito em novembro, protocolou a primeira indicação no Legislativo Municipal. Ele sugere a criação de um fundo garantidor de crédito aos micro e pequenos empresários de Concórdia.


Em entrevista à Aliança FM, Simioni destacou que o objetivo é auxiliar os empresários na tomada de empréstimos junto às instituições financeiras. “A indicação vem no sentido de facilitar aos empresários, o acesso ao crédito financeiro. A gente sabe que a mensuração de risco e as exigências das agências financiadoras são muitas e por vezes dificulta a liberação de dinheiro. A nossa proposta é que a Prefeitura avalie a possibilidade de criar esse fundo de crédito, para dar o suporte às micro e pequenas empresas, que são responsáveis pela geração de mais de 60% dos empregos no Brasil, e em Concórdia não é diferente”, destacou. “A presença das micro e pequenas empresas é muito grande em nosso município e queremos fortalecer este segmento, proporcionando uma retomada na economia, que foi fortemente agredida pela pandemia. É uma ação inovadora, e se aprovada, será uma das primeiras no Brasil”, argumentou Simioni.


As Sessões da Câmara ainda não iniciaram em 2021 e a indicação de Wagner Simioni ainda vai ser apreciada pelos vereadores. Se aprovada será encaminhada ao Executivo.


Como funcionará o projeto se for aprovado na Câmara e sancionado pelo Executivo:

A Prefeitura disponibiliza um valor, não diretamente ao empresário, mas sim, a uma agência financiadora, como um banco, por exemplo. Esse valor fica disponível em um “fundo de crédito” como garantia ao financiador. O empresário, que normalmente precisa deixar bens em garantia, não precisaria alienar casas, terreno ou veículos, caso não tenha estes bens disponíveis. O valor do “fundo de crédito” é que “avaliza” parte do empréstimo ao empreendedor. Quem analisa e define se é possível disponibilizar o crédito ou não, é a instituição financeira.