Concórdia

05 nov 19 | 6h00 Por Jocimar Soares

Sobe para oito o número de casos confirmados de sarampo em Concórdia

Outros três casos, considerados suspeitos, estão em investigação.

Sobe para oito o número de casos confirmados de sarampo em Concórdia
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Subiu para oito o número de casos confirmados de sarampo, em Concórdia. A informação é da Secretaria Municipal da Saúde, através da Vigilância Epidemiológica. Porém, esse número pode aumentar, haja vista que outros três casos suspeitos estão em investigação. Até o começo desta semana, eram sete casos confirmados em Concórdia.


Tão logo é descoberto um caso, as agentes de saúde iniciam o procedimento chamado bloqueio, que é a vacina tríplice viral que é aplicada nas pessoas que moram na mesma casa de quem está com sarampo, vizinhos próximos, crianças da mesma creche, escola e, no caso de adultos, no mesmo ambiente de trabalho. O objetivo é evitar que novos casos apareçam e que o vírus se espalhe.


Dos casos já confirmados, todos apresentaram os sintomas nos últimos dias da doença, que são dores nos músculos, tosse forte ou seca, fadiga, febre, mal-estar e perda de apetite. Na pele aparecem erupções ou manchas avermelhadas.


05 nov 19 | 6h00 Por Jocimar Soares

Sobe para oito o número de casos confirmados de sarampo em Concórdia

Outros três casos, considerados suspeitos, estão em investigação.

Sobe para oito o número de casos confirmados de sarampo em Concórdia

Subiu para oito o número de casos confirmados de sarampo, em Concórdia. A informação é da Secretaria Municipal da Saúde, através da Vigilância Epidemiológica. Porém, esse número pode aumentar, haja vista que outros três casos suspeitos estão em investigação. Até o começo desta semana, eram sete casos confirmados em Concórdia.


Tão logo é descoberto um caso, as agentes de saúde iniciam o procedimento chamado bloqueio, que é a vacina tríplice viral que é aplicada nas pessoas que moram na mesma casa de quem está com sarampo, vizinhos próximos, crianças da mesma creche, escola e, no caso de adultos, no mesmo ambiente de trabalho. O objetivo é evitar que novos casos apareçam e que o vírus se espalhe.


Dos casos já confirmados, todos apresentaram os sintomas nos últimos dias da doença, que são dores nos músculos, tosse forte ou seca, fadiga, febre, mal-estar e perda de apetite. Na pele aparecem erupções ou manchas avermelhadas.