Concórdia

04 set 19 | 17h31 Por Jocimar Soares

Rogério Pacheco questiona decisão do credenciamento de hemodinâmica em Caçador

Representando AMAUC, Pacheco encaminhou ofício ao secretário de Estado da Saúde, manifestando indignação quanto à inclusão do hospital de Caçador.

Rogério Pacheco questiona decisão do credenciamento de hemodinâmica em Caçador
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O prefeito de Concórdia, Rogério Luciano Pacheco, também presidente da Associação dos Municípios do Alto Uruguai Catarinense, fez a assinatura de um ofício, para ser encaminhado ao secretário de Estado da Saúde, Helton de Souza Zeferino e ao presidente do COSEMS, Alexandre Fagundes, demonstrando surpresa e questionando alguns critérios quanto a escolha do Hospital Maicé da cidade de Caçador no Plano de Alta Complexidade em Cardiovascular do Estado.


O documento foi elaborado durante reunião que aconteceu na AMAUC, nesta segunda-feira, 2, entre o presidente da associação, Rogério Pacheco, Genir Loli, presidente do Consórcio Intermunicipal de Saúde – CIS/AMAUC, secretários de saúde da região e representantes do Hospital São Francisco e da Clínica Bernardi. O ofício questiona a forma como ocorreu a votação para a escolha do hospital de Caçador, pois é contrária ao que foi registrado em ata na reunião da Comissão Intergestores Bipartite – CIB, de 18 de julho, que determinava a elaboração de um parecer técnico, do serviço oferecido em Concórdia e Caçador, para nova avaliação e deliberação. 


Também no dia 22 de agosto, na reunião do CIB, a votação e a escolha pelo Hospital Maicé foi deliberada sem mesmo constar na pauta de convocação, prejudicando a região da AMAUC, que não estava representada e ficando impossibilitada do direito de ampla defesa e do contraditório. 


Diante desses argumentos, o documento solicita ao Estado que reveja a decisão e realize o estudo técnico das duas unidades, avaliando as instalações físicas, equipamentos e recursos humanos adequados à prestação de assistência especializada para decidir sobre a habilitação do plano de alta complexidade em cardiovascular. 


(Fonte: Lana Correa Pinheiro/Jornalista - ASCOM)


04 set 19 | 17h31 Por Jocimar Soares

Rogério Pacheco questiona decisão do credenciamento de hemodinâmica em Caçador

Representando AMAUC, Pacheco encaminhou ofício ao secretário de Estado da Saúde, manifestando indignação quanto à inclusão do hospital de Caçador.

Rogério Pacheco questiona decisão do credenciamento de hemodinâmica em Caçador

O prefeito de Concórdia, Rogério Luciano Pacheco, também presidente da Associação dos Municípios do Alto Uruguai Catarinense, fez a assinatura de um ofício, para ser encaminhado ao secretário de Estado da Saúde, Helton de Souza Zeferino e ao presidente do COSEMS, Alexandre Fagundes, demonstrando surpresa e questionando alguns critérios quanto a escolha do Hospital Maicé da cidade de Caçador no Plano de Alta Complexidade em Cardiovascular do Estado.


O documento foi elaborado durante reunião que aconteceu na AMAUC, nesta segunda-feira, 2, entre o presidente da associação, Rogério Pacheco, Genir Loli, presidente do Consórcio Intermunicipal de Saúde – CIS/AMAUC, secretários de saúde da região e representantes do Hospital São Francisco e da Clínica Bernardi. O ofício questiona a forma como ocorreu a votação para a escolha do hospital de Caçador, pois é contrária ao que foi registrado em ata na reunião da Comissão Intergestores Bipartite – CIB, de 18 de julho, que determinava a elaboração de um parecer técnico, do serviço oferecido em Concórdia e Caçador, para nova avaliação e deliberação. 


Também no dia 22 de agosto, na reunião do CIB, a votação e a escolha pelo Hospital Maicé foi deliberada sem mesmo constar na pauta de convocação, prejudicando a região da AMAUC, que não estava representada e ficando impossibilitada do direito de ampla defesa e do contraditório. 


Diante desses argumentos, o documento solicita ao Estado que reveja a decisão e realize o estudo técnico das duas unidades, avaliando as instalações físicas, equipamentos e recursos humanos adequados à prestação de assistência especializada para decidir sobre a habilitação do plano de alta complexidade em cardiovascular. 


(Fonte: Lana Correa Pinheiro/Jornalista - ASCOM)