Concórdia

09 dez 19 | 15h13 Por Analu Slongo

OUÇA - Votação dos projetos derivados do Diagnóstico Socioambiental divide opiniões

Closmar Zagonel (MDB) diz que a proposta não trata a população com igualdade. Demais vereadores falam em desenvolvimento da economia

OUÇA - Votação dos projetos derivados do Diagnóstico Socioambiental divide opiniões
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A votação dos projetos de lei derivados do estudo do Diagnóstico Socioambiental, que pretende reduzir o afastamento do rio dos Queimados e afluentes para as construções em Concórdia, deverá render muito debate. A divergência de opiniões já iniciou na colocação desta matéria em pauta. Se por um lado os vereadores da base governista, representados pelas bancadas do PL e PSDB, ala petista e PSD entendem que a aprovação desses projetos vai aquecer a economia e gerar mais empregos, Closmar Zagonel (MDB) diz que o projeto foi enviado na última hora e precisa ser debatido. Na opinião dele, a proposta de afastamentos não trata toda a população com igualdade (ouça o áudio acima).


Artêmio Ortigara (PL) defende que essa matéria seja discutida com urgência porque há famílias que esperam por essa decisão há mais de 10 anos. Além disso, mesmo sendo aprovado o projeto em dezembro, para a nova regulamentação entrar em prática ainda vai levar alguns meses. Se ficar para fevereiro, a demora será ainda maior. Evandro Pegoraro (PT) diz que o projeto deveria ter sido enviado antes para os vereadores, mas não quer acusado de atrapalhar a economia. Claiton Casagrande (PL) também defende que seja aprovado em 2019. Anderson Guzzatto (PL) compartilha da mesma opinião.


Atualmente, a legislação preconiza que só podem ser autorizadas construções que fiquem a no mínimo a 15 metros de afastamento dos rios. Nos locais em que o rio é considerado faixa sanitária, que é onde possui canais ou galerias, a proposta do projeto é que o afastamento para as edificações poderá ser reduzido para 10 ou até cinco metros.

09 dez 19 | 15h13 Por Analu Slongo

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Closmar Zagonel (MDB) diz que a proposta não trata a população com igualdade. Demais vereadores falam em desenvolvimento da economia

OUÇA - Votação dos projetos derivados do Diagnóstico Socioambiental divide opiniões

A votação dos projetos de lei derivados do estudo do Diagnóstico Socioambiental, que pretende reduzir o afastamento do rio dos Queimados e afluentes para as construções em Concórdia, deverá render muito debate. A divergência de opiniões já iniciou na colocação desta matéria em pauta. Se por um lado os vereadores da base governista, representados pelas bancadas do PL e PSDB, ala petista e PSD entendem que a aprovação desses projetos vai aquecer a economia e gerar mais empregos, Closmar Zagonel (MDB) diz que o projeto foi enviado na última hora e precisa ser debatido. Na opinião dele, a proposta de afastamentos não trata toda a população com igualdade (ouça o áudio acima).


Artêmio Ortigara (PL) defende que essa matéria seja discutida com urgência porque há famílias que esperam por essa decisão há mais de 10 anos. Além disso, mesmo sendo aprovado o projeto em dezembro, para a nova regulamentação entrar em prática ainda vai levar alguns meses. Se ficar para fevereiro, a demora será ainda maior. Evandro Pegoraro (PT) diz que o projeto deveria ter sido enviado antes para os vereadores, mas não quer acusado de atrapalhar a economia. Claiton Casagrande (PL) também defende que seja aprovado em 2019. Anderson Guzzatto (PL) compartilha da mesma opinião.


Atualmente, a legislação preconiza que só podem ser autorizadas construções que fiquem a no mínimo a 15 metros de afastamento dos rios. Nos locais em que o rio é considerado faixa sanitária, que é onde possui canais ou galerias, a proposta do projeto é que o afastamento para as edificações poderá ser reduzido para 10 ou até cinco metros.