Concórdia

22 jun 22 | 9h30 Por Jocimar Soares

Comissão de Saúde da Alesc quer mais agilidade para abertura de novos leitos de UTI Neonatal

Assunto foi discutido durante Audiência Pública do órgão, realizada ontem em Florianópolis

Comissão de Saúde da Alesc quer mais agilidade para abertura de novos leitos de UTI Neonatal
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Durante a audiência pública promovida pela Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa, na manhã desta terça-feira (21), que tratou sobre a falta de leitos de Unidades de Terapia Intensiva, UTIs pediátricas e neonatal em Santa Catarina, o deputado Neodi Saretta, do PT concordiense, apontou que há anos vem alertando e também cobrando o Estado sobre a abertura de mais leitos. Ele, inclusive, relembrou os pedidos feitos ao Estado para que os leitos UTI abertos durante a pandemia fossem mantidos para atender a demanda. “Era necessário que os leitos utilizados para o enfrentamento da Covid ficassem credenciados em face da necessidade que o Estado tem em todas as áreas, principalmente sobre os leitos pediátricos e UTI neonatal. Há defasagem em todas as regiões do Estado e há locais que não tem nenhum leito, como no Meio-Oeste, em cidades como Joaçaba, Videira e Caçador que não têm UTI neonatal e usam as de Concórdia e Curitibanos”, argumentou.


Durante a reunião, que contou com parlamentares, Secretaria de Estado da Saúde e entidades médicas, o entendimento é que há a necessidade de mais agilidade na abertura dos novos leitos anunciados pelo Estado, sendo esta uma das principais cobranças durante a reunião. “Dos 82 leitos de UTI anunciados, apenas 14 foram implantados, por isso o Estado precisa agilizar a abertura desses leitos. Além disso, é fundamental que os mesmo sejam mantidos, já que a falta de leitos de UTI é histórica em Santa Catarina”, disse Saretta que também é presidente da Comissão de Saúde. 


Outra questão apontada é a necessidade de alteração do parâmetro do Ministério da Saúde, que é utilizado em Santa Catarina, determinando dois leitos de UTI para cada mil nascidos vivos. “Santa Catarina não pode se basear neste parâmetro antigo e defasado, inclusive a própria Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda que são necessários quatro leitos de UTI, então temos uma defasagem grande e isso precisa ser mudado”.


Saretta finalizou dizendo que vai continuar cobrado para que Santa Catarina tenha mais leitos de UTI em todas as regiões do estado.

22 jun 22 | 9h30 Por Jocimar Soares

Comissão de Saúde da Alesc quer mais agilidade para abertura de novos leitos de UTI Neonatal

Assunto foi discutido durante Audiência Pública do órgão, realizada ontem em Florianópolis

Comissão de Saúde da Alesc quer mais agilidade para abertura de novos leitos de UTI Neonatal

Durante a audiência pública promovida pela Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa, na manhã desta terça-feira (21), que tratou sobre a falta de leitos de Unidades de Terapia Intensiva, UTIs pediátricas e neonatal em Santa Catarina, o deputado Neodi Saretta, do PT concordiense, apontou que há anos vem alertando e também cobrando o Estado sobre a abertura de mais leitos. Ele, inclusive, relembrou os pedidos feitos ao Estado para que os leitos UTI abertos durante a pandemia fossem mantidos para atender a demanda. “Era necessário que os leitos utilizados para o enfrentamento da Covid ficassem credenciados em face da necessidade que o Estado tem em todas as áreas, principalmente sobre os leitos pediátricos e UTI neonatal. Há defasagem em todas as regiões do Estado e há locais que não tem nenhum leito, como no Meio-Oeste, em cidades como Joaçaba, Videira e Caçador que não têm UTI neonatal e usam as de Concórdia e Curitibanos”, argumentou.


Durante a reunião, que contou com parlamentares, Secretaria de Estado da Saúde e entidades médicas, o entendimento é que há a necessidade de mais agilidade na abertura dos novos leitos anunciados pelo Estado, sendo esta uma das principais cobranças durante a reunião. “Dos 82 leitos de UTI anunciados, apenas 14 foram implantados, por isso o Estado precisa agilizar a abertura desses leitos. Além disso, é fundamental que os mesmo sejam mantidos, já que a falta de leitos de UTI é histórica em Santa Catarina”, disse Saretta que também é presidente da Comissão de Saúde. 


Outra questão apontada é a necessidade de alteração do parâmetro do Ministério da Saúde, que é utilizado em Santa Catarina, determinando dois leitos de UTI para cada mil nascidos vivos. “Santa Catarina não pode se basear neste parâmetro antigo e defasado, inclusive a própria Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda que são necessários quatro leitos de UTI, então temos uma defasagem grande e isso precisa ser mudado”.


Saretta finalizou dizendo que vai continuar cobrado para que Santa Catarina tenha mais leitos de UTI em todas as regiões do estado.