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Foto: Ilustração/Internet
Carteiro pode deixar de fazer entregas em ruas de Irani por causa dos cachorros
Na última semana o entregador foi mordido por um cão que estava solto
Publicado 14/05/2019
 

Por Cristiano Mortari

O carteiro Volnei Stockmann, que atua na unidade dos Correios de Irani, pode deixar de fazer a entrega de correspondências em algumas ruas, em função do número de cachorros soltos que avançam. De acordo com o profissional, o problema não é recente e na última semana ele foi mordido por um cachorro.

 

A situação mais complicada é a do Bairro Alto Irani. Segundo Stockmann, vários cachorros ficam soltos e foi lá que ele foi mordido. “Está complicado, difícil de chegar em algumas residências. Nós usamos uma bota durante o trabalho e foi ela que evitou que o cachorro conseguisse chegar na perna. Parte dos trajetos é feito de moto e eles avançam, é perigoso causarem acidentes também”, relata o carteiro. “A maioria é de cachorros de rua, mas também há os que têm donos. Alguma providência precisa ser tomada”, solicita ele.

 

Volnei comenta ainda que vai ao Bairro toda a semana e que se alguma medida não for tomada, ele terá que deixar de fazer as entregas no Alto Irani. “Sabemos que nem todos têm cachorros no bairro, mas infelizmente não temos condições de trabalhar assim”, relata. “Não queremos deixar os moradores sem as correspondências, pois a maioria é boletos e sabemos da importância da entrega, mas já comunicamos nossos superiores sobre estas condições”, conta Stockmann.

 

De acordo com informações do posto de atendimento dos Correios de Irani, o assunto já foi pauta na Câmara de Vereadores. Também já houve pedidos de medidas por parte de uma ONG de proteção animal do município.

 

O Jornalismo da Aliança fez contato com a Vigilância Sanitária do município. A informação repassada pelo responsável do setor, é a de que o município já trabalha com campanhas de conscientização pela posse responsável, nas mídias e através das agentes comunitárias. Também faz averiguações quando a Vigilância é acionada, com auxílio de veterinário em casos necessários.

 

Ainda de acordo com as informações repassadas, o município reconhece que não possui um centro de zoonoses e nem um espaço para recolher os animais de rua, mas o responsável pela Vigilância Sanitária adiantou que há um projeto em andamento, para a liberação de recursos que permitam o trabalho de castração de animais.

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