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Estelionatários que levaram R$ 20 mil de idosa de Concórdia continuam presos
Tribunal de Justiça de Santa Catarina manteve a condenação do trio que agia nos municípios do interior do Estado
Publicado 14/05/2019
 

Por Analu Slongo

A 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJ/SC) manteve a condenação de três pessoas, dois homens e uma mulher, que aplicavam o golpe do bilhete premiado em diversos municípios do interior de Santa Catarina. No caso analisado, a vítima foi uma idosa de 74 anos, moradora de Concórdia, que entregou R$ 20 mil aos estelionatários.  O trio foi enquadrado nos crimes de estelionato e associação criminosa.

 

A investigação policial demonstrou que os três se deslocavam do Rio Grande do Sul para praticar os golpes na região do Meio-Oeste catarinense. Eles agiam de forma organizada e planejada e dividiam entre si as condutas. Dois deles induziam as vítimas em erro, ao fazerem com que sacassem valores em bancos e lhes entregassem o dinheiro. Em troca, a promessa de que receberiam alta quantia referente a um bilhete premiado. Um terceiro envolvido monitorava a ação.

 

Em abril de 2018, uma idosa de 74 anos seguia para casa quando foi abordada por uma mulher que dizia ter um bilhete premiado. Conforme os autos, um dos homens também se aproximou e ofereceu R$ 120 mil para que ela o ajudasse a receber o suposto prêmio. No entanto, solicitou R$ 40 mil como garantia, já que iria doar parte do prêmio a ela.

 

Os dois a convenceram a entrar no carro deles e ir a um banco, onde a idosa sacou R$ 20 mil. Em seguida, para conseguir sacar o restante, foram com a vítima em agência bancária de outra cidade, mas as atendentes não autorizaram a transação. Ao sair, a idosa não encontrou mais os denunciados. A polícia utilizou câmeras para identificar os autores nas cidades onde houve registros dos crimes.

 

 

O TJ negou por unanimidade os recursos dos réus e fixou a pena de quatro anos, cinco meses e seis dias de reclusão para um deles. Outro ficará quatro anos e quatro meses detido, em regime fechado. Uma terceira pessoa foi condenada a três anos e dez meses de reclusão, e poderá cumpri no semiaberto. Os três estão no Presídio Regional de Concórdia.

 

Fonte: Tribunal de justiça de Santa Catarina

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