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Divulgação.
Aumento de 16% no salário dos Ministros do STF gera manifestações dos vereadores
Assunto foi levantado pelo vereador Anderson Guzzatto, do Partido da República.
Publicado 09/11/2018
 

Por Jocimar Soares

O aumento de 16% nos salário dos ministros do Supremo Tribunal Federal pelo Senado Federal na quarta-feira, oito, repercutiu no Legislativo concordiense. Os vereadores demonstraram indignação e repúdio pelo aumento, que irá elevar o teto do salario para R$ 39,2 mil, caso não seja vetado pelo presidente Michel Temer (MDB). Discursos fortes e rompimento de apoios foram declarados na tribuna.

 

“É revoltante e foi aprovado por senadores que não tem compromisso e respeito com o povo brasileiro. Este projeto foi aprovado de forma oportunista. Duvido que seria aprovado antes do período das eleições”, afirmou Anderson Guzzatto (PR), o primeiro a se manifestar sobre o assunto.

 

Conforme Guzzatto, o funcionalismo publico federal terá reajuste apenas em 2020, “porque o governo federal precisa cortar custos”. Para ele, o que os senadores fizeram ontem, foi “colocar um nariz de palhaço na cara do brasileiro”.
Edno Gonçalves (PDT) disse que também estava de acordo com as palavras de Guzzatto. “Abre um leque muito grande para outros reajustes em efeito cascata”, alertou.

 

CLosmar Zagonel (MDB) afirmou estar indignado com a situação. “Para mim foi tudo combinado, um jogo de cartas marcadas, de vários partidos votando em favor dos ministros. Enquanto isso, o salario minino é de 998,00. O povo brasileiro precisa reagir”, disse ao dizer que o senador dele, Dário Berger (MDB) perdeu o apoio enquanto legislador.

 

O presidente da Câmara, Artêmio Ortigara (PR) citou uma reportagem para dizer que o presidente eleito, Jair Bolsonaro (PR), já havia declarado, que este não era o momento de aumentar salários.

 

Evandro Pegoraro (PT) disse que este aumento não cabe dentro da atual situação do Brasil. “Precisa ser feito uma Moção de Repúdio, é uma resposta que podemos dar e mostrar nosso descontentamento”, declarou.

 

(Fonte: Divaleia Casagrande/Ascom/CVC)

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