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Fotos: Prefeitura de Xavantina
Vice-prefeito de Xavantina cobra melhorias na SC-155
Ele adianta que pode procurar o Ministério Público, caso o Estado não faça melhorias na rodovia
Publicado 06/11/2018
 

Por Cristiano Mortari

A situação de várias rodovias da região causa preocupação e prejuízos aos motoristas. Água na pista, desníveis e principalmente os buracos, são problemas que têm tirado a paciência de muita gente. Um dos exemplos de falta de manutenção é a SC-155 que liga Xavantina a Xanxerê. O vice-prefeito de Xavantina, Claudi Babinski, esteve em Florianópolis, na última semana cobrando medidas do Governo Estadual.

 

Em contato com a Rádio Aliança, Babinski comentou que a situação da SC está precária e que melhorias precisam ser feitas imediatamente. “Fui até Florianópolis e entreguei fotos e vídeos que mostram como nossa rodovia está. É lamentável e preocupante”, relata. “Até hoje a gente tem visto vários problemas mecânicos, de carros que ficam na estrada em função dos buracos, mas se acidentes acontecerem e vidas forem perdidas”, questiona o vice-prefeito.

 

Na capital do Estado Babinski foi até o DEINFRA e também esteve no gabinete do governador, onde foi atendido pelo chefe de gabinete. “Ficaram surpresos quando viram as imagens. Me disseram que sabiam que estava ruim, mas não tanto. Me prometeram que pelo menos um tapa-buracos será feito nos próximos dias”, ressalta ele.

 

O vice-prefeito também reclama da falta de atenção com a região. “Antes da eleição, nós fazíamos contato com a ADR de Concórdia, falávamos com o secretário Wagner Bee e em três ou quatro dias ele tomava providência e o tapa-buracos era feito, mas agora, depois do pleito eleitoral, ele não consegue mais resolver por aqui, não há recursos. Aí mandam falar com o DENIT de Chapecó, de lá nos informam que isso é com o Deinfra e assim vai, um empurrando para o outro”, registra Babinski. “A gente está realmente preocupado com a situação e com a vida das pessoas que usam a rodovia. Se nenhuma medida for tomada nos próximos dias, vamos procurar o Ministério Público”, adianta ele.

 

 

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