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Divulgação.
Uma nova oportunidade para o eleitor
Com tempos iguais, candidatos terão tempo de sobra para expôr também propostas. Não somente ataques.
Publicado 12/10/2018
 

Por Jocimar Soares

A partir desta sexta-feira, dia 12 de outubro, inicia-se a propaganda política obrigatória para o segundo turno das eleições de 2018. É uma oportunidade ímpar do eleitor analisar com igualdade, já que os tempos passam a ser iguais para as propostas dos candidatos para Presidente da República e governador, no nosso caso de Santa Catarina.


Por aqui, Gelson Merísio terá um acréscimo no tempo para continuar mostrando ou ampliando propostas. Mas a novidade ficará por conta do candidato comandante Moisés, que até então tinha poucos segundos e agora passa a ter 10 minutos também. Nesse aspecto, ele poderá trazer as propostas que antes eram difundidas nas redes sociais, também para os meios tradicionais.


A atenção maior fica por conta dos programas para Presidência da República. Se no primeiro turno, houve uma guerra verborrágica entre PSL e PT e do resto contra esses dois, por outro lado, as propostas foram poucas! Isso para ser generoso.

 

No primeiro turno, a campanha dos dois foi pautada pela desqualificação alheia do que pela proposição. O eleitor teve pouca ideia sobre o que ambos defendem e quais os projetos para o país. O que foi dito até aqui em relação a propostas, foi raso e superficial. Ouso dizer que, independente de quem venha a ser o novo chefe do Palácio do Planalto, esse não terá vida fácil e a situação vai continuar difícil para nós. 


A expectativa é que os projetos dos candidatos sejam colocados em primeiro plano, também, nesta campanha do segundo turno. Afinal de contas não há candidatura que se sustente somente de ataques e disparos contra a trincheira adversária. Haverá espaço de sobra para isso nas propagandas obrigatórias. O eleitor precisa entender o que pensa cada candidato para o futuro do país, quais são seus projetos e, o mais importante, como irá executá-los.


Sem essas informações, em primeiro plano, o eleitor - com pouco discernimento crítico - se deixa levar por notícias levianas de que o país pode ter uma nova ditadura política ou virar uma nova Venezuela no campo da economia, situações muito improváveis de acontecer.


Apresentar propostas também é uma forma de evitar que a gente tenha um número maior de abstenções neste segundo turno, bem como aumento no número de votos brancos ou nulos, que no primeiro turno foi altíssimo.


Eu aposto que o eleitor tem vontade de fazer a parte dele, que é de sair de casa no próximo dia 28 e votar com consciência. Porém, os candidatos finalistas nesta corrida eleitora precisam oferecer condições para isso.

 

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