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Foto Divulgação Internet
Tecnologia: o futuro da produção agrícola
Mecanização do campo é uma alternativa para a falta de mão de obra
Publicado 04/10/2018
 

Por Analu Slongo

Mecanizar as atividades agrícolas é um caminho sem volta. Isso é o que defende o engenheiro agrônomo professor da Universidade Federal da Fronteira Sul de Erechim, Gismael Francisco Perin. A modernização da agricultura foi um dos temas debatidos em Concórdia durante III Semana de Agronomia do Alto Uruguai Catarinense, que encerra nesta quinta-feira, 4 de outubro.

 

Na opinião do professor, a tecnologia é um caminho sem volta. “As pessoas sempre tentam adotar tecnologias que reduzam tempo, custos e esforços. O que muda é que temos agricultores com níveis tecnológicos diferenciados”, afirma Perin. Ele também defende que a tecnologia é uma escolha pessoal. “Se o indivíduo se sentir desconfortável com o trabalho, não vai medir esforços para conseguir a tecnologia, mas isso só vai ocorrer se ele sentir essa necessidade”, acrescenta.

 

Na medida em que for reduzindo a oferta de mão de obra no campo, naturalmente a tecnologia ganhará mais espaço. O professor observa que na região ainda há disponibilidade de mão de obra, já que a agricultura familiar é muito forte. “Na Austrália e nos Estados Unidos o uso tecnológico é bem comum, até mesmo pela facilidade de acesso”, afirma. O Censo Agropecuário de 2018 mostrou uma redução de 10% no número de propriedades rurais no Alto Uruguai e o envelhecimento das pessoas que continuam trabalhando no campo.

 

Programação da Semana de Agronomia para esta quinta-feira, 4

 

 - 8h30 às 10h: Palestra “Ecofisiologia da Soja Visando Altas Produtividades e Lucro do Produtor”, com o engenheiro agrônomo Alencar Júnior Zanon, da UFSM;

- 10h30 às 12h: Palestra “Manejo de Giberela e Mancha Amarela do Trigo”, com o engenheiro agrônomo Flávio Martins Santana, da Embrapa Trigo;

- 13h30 às 17h30: Minicursos.

 

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