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Foto: Divulgação
Justiça condena mais quatro pessoas em processo da Operação Transformes
Sentença saiu nesta semana pela Justiça da Comarca de Concórdia
Publicado 10/07/2018
 

Por André Kruger

A Justiça da Comarca de Concórdia condenou quatro acusados pelo crime de adulteração de sinal identificador de veículo automotor, dentro da Operação Transformers. A sentença foi proferida no começo desta semana. Conforme os autos, com isso, E. F. e G. D. D. foram condenados à pena de três anos de prisão cada, por adulteração de sinal identificador de veículo automotor; J. P. D. A. de L. foi condenado à pena de três anos de prisão por receptação qualificada; e D. A. de L. foi condenado à pena de três anos e seis meses de prisão por receptação qualificada. Ainda, conforme o Ministério Público, que ofereceu a denúncia contra os réus no mês passado, três deles estavam presos preventivamente desde o início do processo e foram soltos na sentença, enquanto se aguarda o prazo para recursos. Eles respondem um dos processos da Operação Transformers, deflatrada em novembro de 2017, pela Polícia Civil. Na ocasião foram realizadas prisões e apreensão de veículos, objetos de receptação e desmanche, vindos em grande parte do Rio Grande do Sul. Durante o processo, o Ministério Público de Santa Catarina ingressou com diversas ações penais contra os acusados. Em um dos processos, duas pessoas já foram condenadas às penas de 15 anos para um e três anos e seis meses de prisão para outro, em regime inicial fechado e aberto, respectivamente. Os quatro que foram condenados nesta semana estão em um segundo processo, já que eles estavam sendo investigados pela prática de crimes de receptação qualificada e adulteração de sinal identificador de veículo automotor. Sobre esse, o MP entendeu que as provas confirmaram os indícios iniciais, "demonstrando que os acusados realizaram a receptação de partes de veículo, bem como a adulteração de sinais identificadores de outro, em estabelecimento comercial de Concórdia. A condenação dos réus foi pedida pelo promotor de Justiça, Fabrício Pinto Weiblen.

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