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Foto Divulgação
Concórdia se mantém em 1º lugar no índice Firjan em SC
IFDM 2018 monitora os indicadores sociais em 5.471 municípios, com base nos números de 2016
Publicado 29/06/2018
 

Por Analu Slongo

Concórdia novamente ocupa o 1º lugar em Santa Catarina no Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal (IFDM), que mede o desenvolvimento dos municípios brasileiros. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira, 28 de junho, pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan). Os números que medem o IFDM de 2018 têm como ano base as informações de 2016.

 

O IFDM 2018 monitora os indicadores sociais em 5.471 municípios, nos quesitos Saúde, Educação e Emprego e Renda. O estudo da Firjan é feito exclusivamente com base nas estatísticas públicas oficiais, disponibilizadas pelos Ministérios do Trabalho, Educação e Saúde.

 

Na comparação entre os números de 2015 e 2016, que são os últimos divulgados pela Firjan, o índice de Concórdia aumentou passando de 0,8703 em 2015 para 0,8781 em 2016. Esses números mantêm o município no patamar de alto nível de desenvolvimento.

 

O índice da Educação teve uma pequena queda passando de 0,9241 (2015) para 0,9239 (2016). Saúde subiu de 0,9503 (2015) para 0,9560 (2016) e Emprego e Renda foi o que mais cresceu em Concórdia passando de 0,7365 (2015) para 0,7544 (2016). Neste último quesito o município ainda está no nível de desenvolvimento moderado e terá que atingir índice 0,8 para chegar ao alto desenvolvimento.

 

Atualmente, Concórdia se mantém na 1ª posição em Santa Catarina e está em 8º no Brasil. Se for comparar os números de uma década (2006/2016), que é o período publicado pela Firjan, o município estava em 11º no Estado, com IFDM de 0,8114 e na 110ª posição em nível nacional.

 

Números do Brasil

 

O Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal (IFDM), que mede o desenvolvimento dos municípios brasileiros, cresceu em 2016. O indicador fechou em 0,6678, mas é um número abaixo de 0,6715, que foi registrado em 2013. Esse resultado mostra o impacto da retração econômica que levou a uma queda de 6,4% do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todas as riquezas produzidas no país, com reflexos nas três vertentes que compõem o estudo: emprego e renda, saúde e educação.

 

Indicadores

 

As três vertentes que compõem o IFDM apresentaram crescimento em 2016. O índice de emprego e renda atingiu 0,4664 ponto, voltando a crescer após duas quedas consecutivas, quando acumulou retração superior a 20%. Essa foi a área de desenvolvimento que mais sofreu com a recessão dos últimos anos.

 

Tanto o IFDM educação quanto o IFDM saúde apresentaram discreta elevação, mantendo a trajetória observada desde o início da publicação do índice. No entanto, a evolução apresentada pelos dois indicadores foi a menor em 10 anos, indicando que a crise também teve impactos sociais, e não só econômicos. O IFDM educação subiu de 0,7644 (2015) para 0,7689 (2016). Já o IFDM saúde saiu de 0,7534 para 0,7655, no mesmo período.

 

O estudo sustenta que é preciso acelerar o crescimento econômico acima de 1,5% ao ano para garantir o cumprimento de metas assumidas pelo Brasil, interna e externamente, em educação e saúde.  Os principais problemas apontados foram deficiências no ensino infantil, com menos de 30% das crianças matriculadas em creches, e no acesso à pré-escola. Na área de saúde, o atendimento às gestantes, bem como a cobertura de atenção básica, estão longe do desejável. 

 

Segundo o diagnóstico, não houve diminuição de transferência de recursos financeiros para os municípios, mas sim falta de gestão eficiente.  "Acelerar o desenvolvimento no interior do país passa por uma política ampla de capacitação e aprimoramento dos gestores públicos, sobretudo nas regiões menos desenvolvidas", defendem os autores do IFDM. 

 

"Quando a gente olha o impacto da crise econômica sobre os dados, percebe-se que grande parte dos municípios foi fortemente impactada. Quando se traça o horizonte à nossa frente, vemos que o desenvolvimento dos municípios na vertente emprego e renda, por exemplo, só voltará a um desenvolvimento próximo ao de 2013, que foi o do patamar pré-crise, em 2027”, avalia Jonathas Goulart, da Divisão de Estudos Econômicos da Firjan. (Com informações da Agência Brasil).

 

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