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Bola usada na Copa é muito procurada nas lojas de esportes / Foto: Divulgação Internet
Mesmo com clima tímido, Copa eleva as vendas
Consumidor até procura os itens nas cores verde e amarela, mas não quer gastar muito dinheiro
Publicado 18/06/2018
 

Por Analu Slongo

Uma em cada quatro famílias pretende consumir itens relacionados à Copa do Mundo, em Santa Catarina. Isso é o que revela a pesquisa divulgada pela Fecomércio. Embora o clima não esteja tão evidente como nos mundiais anteriores, sempre há venda dos itens que lembrem as cores verde e amarela, que também simbolizam a Seleção Brasileira.

 

O empresário Cemilton Jungs diz que em relação à Copa de 2014, que foi realizada no Brasil, a procura por esses materiais reduziu cerca de 50%. Mesmo assim, eventos como a Copa impactam positivamente no faturamento das lojas de esportes. “Se o Brasil for bem, a auto-estima das pessoas em comprar os produtos vai aumentar. Quem gosta de esportes vai acabar comprando”, afirma o empresário. Segundo ele, em época de mundial o faturamento cresce até 40%.

 

A bola que está se usando na Copa da Rússia está entre os itens mais vendidos. “Essa foi um sucesso total”, ressalta Jung. Camisas da seleção e peças de moletom também são muito procuradas.

 

A empresária Ana Paula Parizotto diz que há procura por itens que lembram a Copa, mas relata que consumidor não está disposto a gastar muito dinheiro. “As pessoas não querem investir valores altos”, pontua. Opções que custam entre R$ 60,00 e R$ 70,00 são bem vendidas. Tecidos, bandeiras do Brasil e roupas nas cores verde e amarela para as crianças também estão entre os itens de maior procura.

 

Outro ramo que vende mais em época de Copa do Mundo são os eletrônicos, principalmente televisores. O empresário Luciano Fischer diz que vendeu cerca de 20% a mais em televisores, comparando com os meses anteriores. “Acredito que há uma desmotivação em função da questão política do nosso país”, opina Fischer. A pesquisa da Confederação Nacional do Comércio também mostra que em 2014, 50,1% dos brasileiros pensavam em comprar itens ligados ao mundial e na edição deste ano a fatia foi de 24%.

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