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Foto Divulgação Internet
Tombamento de patrimônio não é destruição
Objetivo de tombar a praça Dogelo Goss de Concórdia é preserva o espaço e as belezas
Publicado 17/05/2018
 

Por Analu Slongo

A notícia sobre a audiência pública que será realizada no dia 24 de maio para debater o tombamento da praça Dogelo Goss de Concórdia tem gerado dúvidas. Algumas pessoas entenderam que as árvores da praça seriam retiradas. A historiadora que faz parte da Comissão de Preservação de Patrimônio Público e Arquitetônico de Concórdia (Cotesphamc), Dirlei Klein, explica que tombamento não tem nada a ver com destruição. “Nada mais é do que preservar e manter um bem histórico ou uma área pública, como é o caso da praça”.

 

A professora também esclarece que a palavra tombamento está relacionada ao registro em livro tombo e não tem nada a ver com destruir. “Tombo quer dizer registrar. No Brasil essa lei começa em 1937, no governo de Getúlio Vargas, e em Concórdia já tivemos tombamentos antes da década de 80”, detalha Dirlei.

 

Preservar as belezas naturais e o uso do espaço como área pública são os principais objetivos do tombamento da praça Dogelo Goss.  “Essa praça é nossa identidade e ainda não há nada que garanta a continuidade dela”, pontua a professora. Como se trata de um bem público é necessário a realização de audiência. Esse encontro será no dia 24 de maio, às 19h30, na Casa da Cultura, e toda a comunidade está convidada a participar.

 

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