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Divulgação.
MP obtém condenação de acusados de três furtos no comércio de Concórdia
Crimes teriam ocorrido no mesmo dia, no mês de novembro do ano passado.
Publicado 17/04/2018
 

Por Jocimar Soares

Em novembro de 2017, o MPSC denunciou dois homens pela prática de três crimes de furto, no mesmo dia, em estabelecimentos comerciais da área central de Concórdia, e a sentença, proferida em 12/4/2018, acolheu o pedido do MP, condenando os acusados em razão das provas produzidas.

 

Em 31 de outubro de 2017, dois homens realizaram furtos em três lojas do centro de Concórdia. Após ser acionada, a Polícia Militar saiu em busca dos criminosos, localizando-os ainda na área central, de posse de parte dos bens subtraídos.

 

O Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), por meio da 1ª Promotoria de Justiça, ingressou, em novembro de 2017, com ação penal pela prática de três crimes de furto, agravados pelo fato de terem sido cometidos por duas pessoas em conjunto.


Após a tramitação do processo, com a produção de provas tanto pelo Ministério Público quanto pela defesa, a 1ª Promotoria requereu a condenação dos acusados.

 

Na sequência, a Vara Criminal de Concórdia, por meio da Juíza de Direito Thays Backes Arruda, na data 12/4/2018, acolheu as provas produzidas pelo MP e condenou os acusados por três crimes de furto, sendo um deles a mais de 2 anos de prisão, em regime inicial semiaberto. 

 

Os fatos foram comprovados pelas filmagens de câmeras de vigilância, depoimentos de testemunhas, reconhecimento das vítimas e pela prisão dos acusados de posse de parte dos bens subtraídos, além da própria confissão dos réus em relação a alguns fatos.

 

Os dois acusados encontram-se presos no Presídio Regional de Concórdia, sendo um por crime de latrocínio tentado (roubo seguido de morte) e outro pelo crime de roubo consumado (processo em que o MPSC já pediu a condenação do acusado e encontra-se em fase final para julgamento).

 

No entender do Promotor de Justiça Fabrício Pinto Weiblen, responsável pelo caso, "a condenação é importante, pois demonstra que o Ministério Público conseguiu comprovar as condutas delituosas, todavia, não se descarta a interposição de recursos para aumento de pena, tendo em vista os antecedentes e outras peculiaridades do caso que merecem ser consideradas". 

 

A decisão é passível de recurso.

 

(Fonte: Ministério Público)

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