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Suspeita de febre amarela em Peritiba está quase descartada
Maior possibilidade é que seja leptospirose ou hantavirose
Publicado 08/03/2018
 

Por Analu Slongo

O caso de febre amarela que é investigado pela Vigilância Epidemiológica em Peritiba está praticamente descartado. O homem de 48 anos já está bem de saúde, mas o resultado do exame que foi enviado para análise em Curitiba ainda não foi divulgado. Além da febre amarela, também são investigadas doenças como leptospirose e hantavirose.

 

O biólogo da Vigilância Epidemiológica da ADR de Concórdia, Felipe Gimenez, conta que se trata de um paciente que viajou para o Paraná e desenvolveu sintomas semelhantes ao da febre amarela, que lembram várias outras doenças. “O local onde ele foi não tem a doença e nem suspeita, por isso está quase descartada essa possibilidade”, explica.

 

O homem relatou às equipes de saúde que fez a vacina contra a febre amarela, mas como já faz muitos anos não tem mais o comprovante. “É mais um indício de que a suspeita de febre amarela não se encaixe”, destaca Gimenez. Os principais sintomas são febre por mais de sete dias, dores no corpo e alterações no fígado e rins.

 

O biólogo ainda destaca que foram registradas mortes de macacos em Concórdia, Paial e Peritiba, mas já descartou febre amarela. “Essa investigação é rotineira e é obrigatória pelo Ministério da Saúde’, afirma. Ele ressalta que o macaco não é transmissor da febre amarela. “Quem transmite é o mosquito e o macaco apenas sinaliza a circulação da doença”, acrescenta.

 

Este caso de Peritiba foi registrado pela Vigilância Epidemiológica no fim de fevereiro. Além deste, mais sete são investigados em Santa Catarina, sendo três em Florianópolis e um nas cidades de Joinville, Lages, Campos Novos e Balneário Camboriú. No período de 1º janeiro a cinco de março de 2018 foram notificados 33 casos suspeitos de febre amarela no Estado.

 

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